1 de 1 Linn da Quebrada
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A equipe de Linn da Quebrada está tomando providências em relação aos insultos recebidos pela cantora durante sua participação no BBB22. Após pedir para os fãs reuniram postagens transfóbicos feitas contra a cantora, a assessoria de Linn da Quebrada afirmou que pretende registrar boletim de ocorrência contra os autores.
“A advogada de Linn da Quebrada, Juliana Souza, registrará, às 15h desta sexta-feira, dia 25, na Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi), em São Paulo, boletim de ocorrência em defesa à artista”, diz o comunicado divulgado pela assessoria ao UOL.
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A cantora deixou a casa mais vigiada do Brasil no 12º Paredão. Após ser indicada pelo ator Douglas Silva, Lina teve 77% dos votos na disputa contra Eliezer e Gustavo
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Linn foi criada pela tia até os 12 anos e cresceu dentro da religião Testemunhas de Jeová. Quando começou a entender mais sobre sua sexualidade, no entanto, foi expulsa da congregação
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Depois de todo o preconceito e das dificuldades que enfrentou ao se identificar como travesti, descobriu na música e na atuação a forma de se expressar
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Em 2014, aos 23 anos, foi diagnosticada com câncer nos testículos. Precisou fazer quimioterapia por vários anos, perdeu os cabelos e mudou a forma como pensava em relação ao mundo
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A cantora deixou a casa mais vigiada do Brasil no 12º Paredão. Após ser indicada pelo ator Douglas Silva, Lina teve 77% dos votos na disputa contra Eliezer e Gustavo
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Ainda enquanto lutava contra a enfermidade, Linn lançou suas primeiras músicas autorais. Foi ovacionada pelo público e embarcou em turnê nacional
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Pouco antes de vencer a luta contra o câncer, estreou nos cinemas o filme documentário Meu Corpo é Político. Tempos depois, já curada da doença, protagonizou o longa Bixa Travesty. Desde então, a carreira de Linn continuou em ascensão
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A atriz atuou em série na TV Globo, recebeu prêmios e é apresentadora do programa TransMissão, que discute pautas de gênero, raça e sexo
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Em janeiro de 2022, a cantora dividiu nas redes sociais outra conquista: a inclusão do nome Lina Pereira dos Santos em sua documentação
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Com mais de 2 milhão de seguidores nas redes sociais, Linn foi umas das participantes convidadas da 22ª edição do reality show Big Brother Brasil. A passagem de Lina pelo programa, no entanto, reacendeu debate sobre transfobia nas redes. Isso porque em apenas cinco dias, Linn foi vítima de comentários preconceituosos e transfobia dentro da casa
“Eu acho que tem que parar de chamar travesti de ela. Começa a chamar de ‘troço’ que aí ninguém vai reclamar. Se alguém me chamasse de ele, eu só iria falar assim: ‘Não, eu não sou ele’”, disse Bianca, que é uma mulher cisgênero e heterossexual, durante o bate-papo com os demais titulares do podcast.
“São, pelo menos, três crimes de transfobia tendo a Linn como vítima”, detalhou a assessoria, “presentes em um link de um programa do YouTube, e ataques que foram reportados à equipe da Linn por meio da rede social ou por email.”
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