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BBB22: após vídeo vazar, polícia pede medida protetiva para Natália

Um homem de 39 anos é suspeito de ter colocado o vídeo íntimo nas redes sociais

19/01/2022 16:38, atualizado 19/01/2022 22:46
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Reprodução/TV Globo
BBB22: após vídeo vazar, polícia pede medida protetiva para Natália

A Polícia Civil de Minas Gerais afirmou que pediu à Justiça uma medida protetiva para a participante do BBB22 Natália Deodato. A atitude visa proteger a mineira, de 22 anos, que teve um vídeo íntimo divulgado nas redes sociais.

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De família humilde, Natália começou a trabalhar aos 8 anos vendendo bombom e ajudando a mãe no salão de beleza da família. Aos 12, deixou o negócio da progenitora e passou a ganhar dinheiro na área de recreação infantil
Aos 9 anos, foi diagnosticada com vitiligo, doença autoimune, e precisou aprender a lidar com a situação que a acompanharia pelo resto da vida
Natália chegou a fazer tratamentos dolorosos durante a infância para conter o vitiligo, mas, após alguns anos, decidiu que as marcas não seriam um problema em sua vida e as assumiu
“O que mais gosto no meu corpo é o meu vitiligo! Quando falam que sou manchada, agradeço. Não tenho problema nenhum e sinto prazer em falar sobre ele, porque, infelizmente, o que falta nas pessoas é informação”, disse a modelo
A empreendedora casou-se aos 15 anos, pois “era bem religiosa” e “não queria viver em pecado”. Após dois anos, no entanto, os jovens perceberam que queriam coisas diferentes e resolveram colocar fim à relação
Natália Deodato, de 22 anos, é modelo, empreendedora e promotora de eventos. Natural de Sabará, em Minas Gerais, a jovem se considera uma “faz tudo”, sonha em ser famosa e trabalhar na TV
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Natália Deodato, de 22 anos, é modelo, empreendedora e promotora de eventos. Natural de Sabará, em Minas Gerais, a jovem se considera uma “faz tudo”, sonha em ser famosa e trabalhar na TV

Reprodução/Instagram
De família humilde, Natália começou a trabalhar aos 8 anos vendendo bombom e ajudando a mãe no salão de beleza da família. Aos 12, deixou o negócio da progenitora e passou a ganhar dinheiro na área de recreação infantil
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De família humilde, Natália começou a trabalhar aos 8 anos vendendo bombom e ajudando a mãe no salão de beleza da família. Aos 12, deixou o negócio da progenitora e passou a ganhar dinheiro na área de recreação infantil

Reprodução/Instagram
Aos 9 anos, foi diagnosticada com vitiligo, doença autoimune, e precisou aprender a lidar com a situação que a acompanharia pelo resto da vida
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Aos 9 anos, foi diagnosticada com vitiligo, doença autoimune, e precisou aprender a lidar com a situação que a acompanharia pelo resto da vida

Reprodução/Instagram
Natália chegou a fazer tratamentos dolorosos durante a infância para conter o vitiligo, mas, após alguns anos, decidiu que as marcas não seriam um problema em sua vida e as assumiu
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Natália chegou a fazer tratamentos dolorosos durante a infância para conter o vitiligo, mas, após alguns anos, decidiu que as marcas não seriam um problema em sua vida e as assumiu

Reprodução/Instagram
“O que mais gosto no meu corpo é o meu vitiligo! Quando falam que sou manchada, agradeço. Não tenho problema nenhum e sinto prazer em falar sobre ele, porque, infelizmente, o que falta nas pessoas é informação”, disse a modelo
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“O que mais gosto no meu corpo é o meu vitiligo! Quando falam que sou manchada, agradeço. Não tenho problema nenhum e sinto prazer em falar sobre ele, porque, infelizmente, o que falta nas pessoas é informação”, disse a modelo

A empreendedora casou-se aos 15 anos, pois “era bem religiosa” e “não queria viver em pecado”. Após dois anos, no entanto, os jovens perceberam que queriam coisas diferentes e resolveram colocar fim à relação
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A empreendedora casou-se aos 15 anos, pois “era bem religiosa” e “não queria viver em pecado”. Após dois anos, no entanto, os jovens perceberam que queriam coisas diferentes e resolveram colocar fim à relação

Reprodução/Instagram
Com a pandemia, a mineira precisou voltar a trabalhar no salão da mãe. Contudo, não desistiu do sonho de trabalhar na TV durante o período. Apesar das dificuldades, continuou fazendo trabalhos como figurante, modelo e dançarina
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Com a pandemia, a mineira precisou voltar a trabalhar no salão da mãe. Contudo, não desistiu do sonho de trabalhar na TV durante o período. Apesar das dificuldades, continuou fazendo trabalhos como figurante, modelo e dançarina

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Segundo a mineira, ela tem a personalidade forte e quando quer alguma coisa, corre atrás. “Tenho 22 anos e já vivi coisas que muitas mulheres não viveram. Essa sou eu, tudo isso é a minha história”, afirmou Natália
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Segundo a mineira, ela tem a personalidade forte e quando quer alguma coisa, corre atrás. “Tenho 22 anos e já vivi coisas que muitas mulheres não viveram. Essa sou eu, tudo isso é a minha história”, afirmou Natália

Reprodução/Instagram
A história da jovem chamou atenção da equipe do Big Brother Brasil, que a escolheu para ser uma das integrantes da 22ª edição do programa. Após ser indicada ao 13º Paredão, no entanto, Natália foi eliminada com 83,43% dos votos. Ela disputava a permanência no programa com Gustavo e Paulo André
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A história da jovem chamou atenção da equipe do Big Brother Brasil, que a escolheu para ser uma das integrantes da 22ª edição do programa. Após ser indicada ao 13º Paredão, no entanto, Natália foi eliminada com 83,43% dos votos. Ela disputava a permanência no programa com Gustavo e Paulo André

Reprodução/Instagram

O suspeito de ter divulgado o vídeo é um homem de 39 anos. A Polícia Civil mineira investiga o fato.

A família da jovem de 22 anos, que atua como modelo e designer de unhas, procurou a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher, em Belo Horizonte, e registrou um boletim de ocorrência.

Veja a nota da Polícia Civil:

“A Polícia Civil recebeu a denúncia, ontem (18/1) à noite, na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher, em BH, e foi instaurado procedimento investigatório para apuração dos fatos. O suspeito, de 39 anos, é investigado por injúria, mas os trabalhos policiais seguem em andamento para identificar eventuais crimes praticados no âmbito da violência doméstica. A autoridade policial, responsável pela investigação, requereu medida protetiva para a vítima ao Judiciário”.