Além de filme da Netflix, veja outras produções sobre Elize Matsunaga
O crime de Elize Matsunaga já foi retratado em várias produções da televisão. Conheça!

Além de Sombras de Uma Mulher, filme lançado na Netflix na última semana, o crime cometido por Elize Matsunaga contra o marido, o empresário Marcos Matsunaga, já rendeu outras produções de TV e streaming.
Uma delas é Tremembé, série do Prime Video que reconstitui o dia a dia de criminosos que ficaram conhecidos no Brasil e cumprem ou cumpriram pena na penitenciária de Tremembé, no interior de São Paulo. Elize é uma das personagens centrais da trama, ao lado de outros detentos que também ganharam notoriedade nacional.
Diferente do longa da Netflix, que foca na trajetória da criminosa antes do crime, Tremembé mostra a vida dela após a condenação, abordando a rotina da ex-garota de programa no presídio e a convivência com outras detentas, incluindo Sandrão, com quem viveu um relacionamento amoroso.
O assassinato também foi tema da série documental Elize Matsunaga: Era Uma Vez um Crime, lançada pela Netflix em julho de 2021. Dirigida por Eliza Capai, a produção reúne, ao longo de quatro episódios, a primeira entrevista concedida pela assassina desde que matou e esquartejou o marido.
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles EntretenimentoAlém disso, o caso foi reconstituído no primeiro episódio da sétima temporada de Investigação Criminal, série disponível na Apple TV, que detalha as investigações, a perícia e os desdobramentos do homicídio.
Relembre o caso
Em maio de 2012, Elize Matsunaga matou e esquartejou o marido, o empresário e herdeiro da Yoki Marcos Kitano Matsunaga. Em depoimento à polícia, ela confessou o crime e foi condenada a 19 anos de prisão.
O corpo do homem foi dividido em pedaços, colocado em malas e abandonado em uma região de mata em Cotia, São Paulo. Mais tarde, a criminosa detalhou que o crime ocorreu após uma briga, depois que ela descobriu traições de Marcos por meio de um detetive particular.
No conflito, Elize atirou contra o empresário. No entanto, laudos periciais indicam que Marcos ainda estava vivo no início do esquartejamento e que a causa da morte do herdeiro foi asfixia decorrente da degola.
A assassina cumpriu parte da pena no presídio de Tremembé, em São Paulo, e, anos mais tarde, foi para o regime aberto. Hoje, tenta reconstruir a vida em liberdade condicional e rever a filha, que está com 16 anos e vive sob a guarda dos avós paternos.

















