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Distrito Federal

Vigilantes entram em greve nos hospitais públicos e UBSs do DF

Segundo o sindicato, a empresa está com parcelas em atraso do FGTS e não deu uniformes novos de trabalho para os profissionais de segurança

08/07/2024 10:29, atualizado 08/07/2024 10:42
Material cedido ao Metrópoles
Vigilantes - Metrópoles

Os vigilantes dos hospitais públicos e das unidades básicas de saúde (UBSs) entraram em greve no Distrito Federal, nesta segunda-feira (8/7).

Veja:

Segundo o Sindicato dos Vigilantes (Sindesv-DF), aproximadamente, 90% dos 1,5 mil vigilantes dos hospitais e UBSs aderiram ao movimento grevista. A Secretaria de Saúde não informou um balanço da greve, mas afirmou que que acompanha a situação para não haver prejuízo aos serviços prestados.

A greve atinge o Hospital Regional de Taguatinga (HRT), o Hospital Regional de Samambaia (HRSam) e outras unidades de saúde. De acordo com o sindicato, poucos vigilantes permanecem trabalhando em postos essenciais, como maternidades e alas psiquiátricas, por exemplo.

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A categoria reivindica o pagamento das férias e dos salários atrasados pela empresa Ipanema, que detém cerca de 70% dos contratos com a Secretaria de Saúde. Há atraso de um ano no depósito do Fundo de Garantia (FGTS), de acordo com o sindicato.

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Além disso, segundo o sindicato, a empresa recebe da Secretaria de Saúde recursos para dar dois uniformes a cada seis meses para os trabalhadores, mas os vigilantes não receberam as roupas novas trabalho.

Saúde

Por nota, a Secretaria de Saúde assinalou que acompanha situação para evitar prejuízos na prestação de serviços e ressaltou que está em dia com os pagamentos para a Ipanema.

Leia nota completa:

A Secretaria de Saúde do DF esclarece que os pagamentos correspondentes aos serviços prestados estão dentro dos prazos regimentais para liquidação. A Pasta informa que acompanha a situação para não haver prejuízo aos serviços prestados, seja nas UBSs ou nos hospitais da rede. A SES-DF ressalta que mantém o contato com a empresa responsável pelos serviços de vigilantes.

Outro lado

O Metrópoles tentou contato com a Ipanema. Não houve resposta até a última atualização da reportagem. O espaço segue aberto.