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Distrito Federal

Vídeo mostra mulher sendo agredida por seguranças do Hospital Regional de Ceilândia

Segundo denúncia postada nas redes sociais, a vítima buscava atendimento para a mãe. Secretaria de Saúde diz que vai investigar

Repórter de Distrito Federal09/01/2016 12:13, atualizado 09/01/2016 19:08
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YouTube/Reprodução
Vídeo mostra mulher sendo agredida por seguranças do Hospital Regional de Ceilândia

Uma mulher recorreu às redes sociais para denunciar a agressão que presenciou por seguranças do Hospital Regional de Ceilândia (HRC). Ela postou um vídeo e contou que uma outra mulher procurou a unidade em busca de atendimento para a mãe. O segurança não teria deixado as duas entrarem e, com a insistência, a teria agredido com vários chutes. Outro vigilante a arrastou pelo corredor do hospital até o lado de fora. A agressão foi filmada na quinta-feira (7/1).

O vídeo mostra uma grande confusão. Uma voz narra uma agressão e se ouve o barulho de um tapa. Quando a pessoa que está filmando se aproxima, é possível ver um segurança chutando uma mulher e outro a arrasta pelo corredor.

Em um post no Facebook a denunciante conta os detalhes da agressão e que fez o vídeo. Ela pede ajuda para divulgá-lo. Chamou a atenção da denunciante, também, o fato de um policial civil estar no local e não ter feito nada. Depois, ela disse que foi ameaçada pelo vigilante, “que ficou apontando o dedo na minha cara, me xingou lá e foi horrível”.

Reprodução/Facebook
Posts feitos pela denunciante*Reprodução/Facebook**

Afastamento dos vigilantes
Em nota, a direção do Hospital Regional de Ceilândia (HRC) esclareceu que o serviço de vigilância da unidade de saúde é terceirizado e classificou “como inadmissível a atitude tomada em relação àquela cidadã”.

A Secretaria de Saúde informa que cobrará da empresa contratada as responsabilidades legais cabíveis e retratação junto à vítima. A pasta ressalta que “foi solicitado o afastamento dos profissionais,  que  estão impedidos de trabalhar em qualquer unidade de saúde da rede.”
A pasta destaca “a preocupação com o respeito ao paciente e seu acompanhante”, e frisa que “preza sempre pelo atendimento humanizado.” A vítima terá acompanhamento psicológico. Por fim, a secretaria reitera repúdioà agressão.

Reprodução/facebookO Metrópoles ligou para as quatro delegcias da Polícia Civil que atendem ocorrências em Ceilândia e nenhuma delas registrou ocorrência sobre essa agressão. A assessoria de imprensa da corporação confirmou que “não há nenhuma ocorrência desse caso até o momento”.

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