Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Distrito Federal

Vídeo mostra momento em que padrasto acusado de matar menina 1 ano é preso. Assista

Menina de 1 ano e 3 meses morreu após dar entrada em UPA com hematomas em diferentes estágios de evolução em 25 de outubro

06/11/2026 19:34
Reprodução/PCDF
Vídeo mostra momento em que padrasto acusado de matar menina 1 ano é preso

Um vídeo mostra o momento em que João Carlos Pereira da Costa, 23 anos, padrasto de Alice Fraga Delgado de Oliveira, menina de 1 ano e 3 meses morta supostamente pelo suspeito, é preso nesta sexta-feira (6/11). A prisão foi realizada pela 32ª Delegacia de Polícia (Samambaia), da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), responsável pela investigação do caso.

Vídeo mostra momento em que padrasto acusado de matar menina 1 ano é preso - destaque galeria
3 imagens
A criança faleceu em 25 de outubro
O laudo do IML pode ser crucial para finalizar o caso
Família segue sem respostas 10 dias após morte de bebê de 1 ano e 3 meses
1 de 3

Família segue sem respostas 10 dias após morte de bebê de 1 ano e 3 meses

Material cedido pela família
A criança faleceu em 25 de outubro
2 de 3

A criança faleceu em 25 de outubro

Material cedido pela família
O laudo do IML pode ser crucial para finalizar o caso
3 de 3

O laudo do IML pode ser crucial para finalizar o caso

Material cedido pela família

João Carlos é suspeito de provocar a morte da enteada, ocorrida em 25 de outubro. A criança morreu após dar entrada em uma unidade de pronto atendimento (UPA) em parada cardiorrespiratória e com sinais de violência pelo corpo.


Entenda o caso


Pai será assistente de acusação

A família paterna de Alice considerou a prisão do padrasto um “passo importante rumo à verdade” e afirmou que pretende buscar a responsabilização de todos os envolvidos na morte da menina, inclusive de quem possa ter contribuído para o desfecho por omissão. O pai, Antônio Arlen Lourenço Fraga, também pretende pedir habilitação como assistente de acusação para acompanhar o inquérito e a futura ação penal ao lado do Ministério Público.

“Como ascendente da vítima, o pai de Alice solicitará habilitação como assistente de acusação para acompanhar o inquérito e a futura ação penal, colaborando com a Polícia Civil e o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). A defesa também aguarda a conclusão do laudo de exame cadavérico pelo Instituto de Medicina Legal (IML).”

A defesa também destacou a gravidade dos elementos reconhecidos na certidão de óbito, que registra como causas da morte hemorragia aguda, hemopneumotórax, politraumatismo e ação contundente.

Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles DF

“Os hematomas encontrados em diferentes estágios de evolução reforçam a necessidade de investigar se Alice foi vítima de agressões reiteradas, e não de um episódio isolado.”, afirmou a defesa.

A condição permite que o pai participe do processo, apresente provas, solicite diligências e acompanhe audiências. Os advogados também disseram que aguardam a conclusão do laudo de exame cadavérico pelo Instituto de Medicina Legal (IML).

Receba no seu email as notícias de Metrópoles DF

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters

Por fim, a nota menciona o pedido de afastamento de Alice da mãe, do padrasto e da babá, feito pelo Conselho Tutelar de Samambaia e negado pela Justiça três dias antes da morte. A defesa afirmou que pretende esclarecer todas as circunstâncias que antecederam o óbito.

“A defesa buscará o completo esclarecimento de todas as circunstâncias que antecederam a morte, inclusive a apuração da responsabilidade de quem quer que tenha concorrido para o resultado, por ação ou por omissão”, diz o comunicado.