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Distrito Federal

Vídeo: macaco-prego é atropelado na EPGU, próximo ao Zoológico

O animal foi resgatado por uma auditora do Instituto Brasília Ambiental (Ibram), que por acaso passava pelo local

27/08/2021 15:34, atualizado 27/08/2021 15:47
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Divulgação
Família de macacos prego é flagrada na EPGU

Uma família de macacos-prego composta por ao menos oito animais, foi flagrada nesta sexta-feira (27/8), na Estrada Parque Guará (EPGU), próximo ao Zoológico de Brasília. Ao tentar atravessar a via, um dos primatas acabou atropelado.

O animal foi resgatado por uma auditora do Instituto Brasília Ambiental (Ibram), que por acaso passava pelo local, e levado ao Zoológico para tratamento. “O macaco está medicado, mas foi submetido a exames e continua em observação até a liberação dos resultados”, informou o zoo.

Veja o flagrante:

https://www.youtube.com/watch?v=d4NnEOFEB4Q&feature=youtu.be

Vídeo: macaco-prego é atropelado na EPGU, próximo ao Zoológico - destaque galeria
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Família era composta por oito animais
Um dos macacos foi atropelado
Primata foi levado ao Zoo para atendimento
Flagra aconteceu na EPGU
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Flagra aconteceu na EPGU

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Família era composta por oito animais
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Família era composta por oito animais

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Um dos macacos foi atropelado
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Um dos macacos foi atropelado

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Primata foi levado ao Zoo para atendimento
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Primata foi levado ao Zoo para atendimento

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Eles ainda destacaram que o grupo registrado no vídeo é formado por macacos-prego de vida livre: “Cabe ainda reforçar que é comum animais de vida livre frequentarem o Zoológico, assim como outros espaços de Brasília.”

Em nota, o Ibram os primatas são resilientes a algumas transformações do ambiente natural e são protegidos por lei. Além de atuarem como controladores de surtos.

“No Distrito Federal, são encontrados em áreas rurais e em unidades de conservação, como também, comumente no ambiente urbano, devido, sobretudo, à ação humana na supressão da vegetação natural.

Não há uma medida a ser tomada, pois são animais habituados às cidades e livres, o Instituto Brasília Ambiental ressalta que não se deve ameaçá-los, visto que estão protegidos pela Lei 9.605/98 e outras legislações.

Além disso, atuam como importante controlador de surtos de febre amarela, visto que com o desaparecimento desses mamíferos há um desequilíbrio ambiental. Outra importância dessa espécies é o seu papel como importante dispersador de sementes e controladores populacionais de alguns insetos.

É importante destacar que o hábito de alimentar macacos e micos deve ser combatido, pois podem fazer com que mudem seus hábitos de consumo de alimentos naturais e diminuam a busca na natureza, gerando a dependência por alimentos de fácil acesso. Ademais, há sempre risco de mordeduras ao oferecer alimento a um animal selvagem”

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