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Distrito Federal

Ibram apura morte de capivaras e peixes nas proximidades da Ponte JK

Somente no último relato, dessa quarta-feira (21/7), centenas de animais foram encontrados sem vida no Lago Paranoá

22/07/2021 14:16, atualizado 22/07/2021 14:19
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Arquivo Pessoal
Ibram apura morte de capivaras e peixes nas proximidades da Ponte JK

Após frequentadores do Lago Paranoá identificarem a presença de capivaras e peixes mortos à beira do cartão-postal da cidade, nesta semana, o Instituto Brasília Ambiental (Ibram) abriu uma investigação para apurar a causa dos óbitos e se há a possibilidade de crime ambiental.

“Sendo constatada infração ambiental, procederá a penalização administrativa do responsável pelo dano”, informa o comunicado enviado ao Metrópoles.

Somente no último relato, dessa quarta-feira (21/7), três capivaras e centenas de peixes foram encontrados sem vida próximo à Ponte JK.

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Peixes mortos ocuparam parte da orla do Lago Paranoá
As capivaras são comuns em regiões do Lago Paranoá
Instituto Brasília Ambiental apura a situação
A Ponte JK é um dos principais acessos do Plano Piloto ao Lago Sul e condomínios do Jardim Botânico
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A Ponte JK é um dos principais acessos do Plano Piloto ao Lago Sul e condomínios do Jardim Botânico

Allane Moraes/Esp. METRÓPOLES
Peixes mortos ocuparam parte da orla do Lago Paranoá
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Peixes mortos ocuparam parte da orla do Lago Paranoá

Rafaela Felicciano/ Metrópoles
As capivaras são comuns em regiões do Lago Paranoá
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As capivaras são comuns em regiões do Lago Paranoá

Michael Melo/Metrópoles
Instituto Brasília Ambiental apura a situação
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Instituto Brasília Ambiental apura a situação

Igo Estrela/Metrópoles

Segundo o Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA), há suspeita de morte por envenenamento ou por bactéria, tendo em vista que não há sinais de lesões. No entanto, só será possível apontar a causa ao fim das investigações.

A Agência Reguladora de águas, Energia e Saneamento do Distrito Federal (Adasa) informa que a mortandade de peixes pode ser causada por diversos agentes, desde patógenos ou mesmo contaminação pontual, causando mudanças na qualidade da água.

“A agência tem cinco pontos de monitoramento quantitativo no Lago Paranoá, que incluem os seus principais afluentes (Bananal, Torto, Riacho Fundo e Gama) e o ponto localizado na barragem, o qual acompanha as variações dos níveis altimétricos. O monitoramento da qualidade das águas no lago é realizado em 11 pontos do seu espelho, em frequência trimestral. A Adasa está acompanhando as investigações com a Caesb e o Ibram. A Caesb fará análise de água, e o Ibram está vistoriando o local”, detalha o órgão, em nota.

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