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Vídeo: bombeiro com braço quebrado é colocado para manusear tanques de 14kg

O Metrópoles apurou que o militar foi afastado em 2017 após lesionar o braço no curso de praças. Ele não usa equipamentos adequados

atualizado

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1 de 1 Reprodução de vídeo - Foto: Vídeo/Reprodução

Vídeos que circulam nas redes sociais denunciam que um bombeiro militar do Distrito Federal estaria sendo obrigado a fazer esforço físico mesmo estando afastado da rotina do quartel por ter lesionado gravemente um dos ombros durante o curso de formação de praças.

Nas imagens, o militar aparece carregando cilindros de oxigênio, usados pela força de segurança em combates a incêndios.

As gravações mostram que o bombeiro utiliza uma tipoia ortopédica, em função da lesão que o afastou dos treinamentos realizados pela corporação.

É possível observar que o militar mostra dificuldade em manusear os equipamentos com apenas uma das mãos. O esforço físico ocorre devido ao peso dos cilindros. Os tanques são feitos de liga metálica e pesam, cheios, mais de 14kg.

Há outros problemas observados no manuseio inadequado do equipamento. Em caso de queda de um cilindro, o impacto poderia comprometer a válvula do equipamento de combate operacional – fator que pode interferir no uso futuro de militares.

Falta de equipamento adequado

Ele também não utiliza equipamentos adequados para o manuseio dos aparatos. Fontes ouvidas pela reportagem afirmam que a atividade requer que os bombeiros designados usem roupa de aproximação, luvas protetoras, calçados de segurança com biqueias de aço, óculos de segurança e capacete.

No vídeo, o bombeiro veste apenas uma máscara de proteção contra o risco de contágio pelo novo coronavírus.

Conforme apurado pelo Metrópoles, as imagens foram registradas no início de agosto por militares do Centro de Treinamento Operacional (Cetop) do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF).

O bombeiro que aparece nas imagens é um soldado 2ª classe da corporação. Ainda conforme fontes, ele está afastado desde a lesão, que ocorreu em 2017, e deveria estar exercendo apenas serviço administrativo. Em função da lesão e por ainda aguardar a cirurgia para reparação do membro, o militar trancou a matrícula no curso de formação de praças.

O que diz o CBMDF?

Procurado pela reportagem, o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal afirmou que “o caso está sendo apurado para que os questionamentos sejam sanados”.

Em nota, a corporação afirmou que “cumpre protocolos visando o bem estar mental e físico de seus militares”. Ainda segundo os bombeiros, “dispensas médicas são rigorosamente cumpridas”.

 

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