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Distrito Federal

Velório de menina morta após picada de escorpião é marcado por comoção

Valentina Nobre morreu aos 11 anos após 23 dias na UTI. Ela foi atacada por um escorpião em casa, enquanto calçava o tênis para ir à escola

08/07/2026 16:48, atualizado 08/07/2026 17:36
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VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Velório de menina morta após picada de escorpião é marcado por comoção

O velório e sepultamento de Valentina Nobre Lima, menina 11 anos que morreu após ter sido picada por um escorpião, foi realizado na tarde desta quarta-feira (8/7), no cemitério Campo da Esperança, em Taguatinga (DF). Cerca de 200 pessoas, entre familiares, amigos e até mesmo os coleguinhas de Valentina, estiveram presentes para prestar a última homenagem.

A mãe da menina estava muito abalada e se debruçou sobre o caixão da filha chorando.

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A mãe de Valentina estava totalmente abalada pela perda da filha
Familiares acompanharam a despedida de Valentina nesta terça-feira (8/7)
Tristeza profunda e comoção marcaram o velório da menina Valentina Nobre
Parentes e amigos se despediram e prestaram uma última homenagem à menina
A mãe de Valentina estava muito abalada e chorou a todo momento
Centenas de pessoas se reuniram para despedida de Valentina Nobre
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Centenas de pessoas se reuniram para despedida de Valentina Nobre

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A mãe de Valentina estava totalmente abalada pela perda da filha
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A mãe de Valentina estava totalmente abalada pela perda da filha

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Familiares acompanharam a despedida de Valentina nesta terça-feira (8/7)
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Familiares acompanharam a despedida de Valentina nesta terça-feira (8/7)

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Tristeza profunda e comoção marcaram o velório da menina Valentina Nobre
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Tristeza profunda e comoção marcaram o velório da menina Valentina Nobre

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Parentes e amigos se despediram e prestaram uma última homenagem à menina
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Parentes e amigos se despediram e prestaram uma última homenagem à menina

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A mãe de Valentina estava muito abalada e chorou a todo momento
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A mãe de Valentina estava muito abalada e chorou a todo momento

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Parentes e amigos se despediram e prestaram uma última homenagem à menina
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Parentes e amigos se despediram e prestaram uma última homenagem à menina

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Parentes e amigos se despediram e prestaram uma última homenagem à menina
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Parentes e amigos se despediram e prestaram uma última homenagem à menina

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Balões brancos foram utilizados na despedida da criança
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Balões brancos foram utilizados na despedida da criança

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Policiais militares estiveram presentes no velório
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Policiais militares estiveram presentes no velório

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Velório de Valentina Nobre foi realizado no cemitério de Taguatinga
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Velório de Valentina Nobre foi realizado no cemitério de Taguatinga

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Amigos e familiares se despedem de Valentina Nobre, que morreu aos 11 anos
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Amigos e familiares se despedem de Valentina Nobre, que morreu aos 11 anos

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Na despedida, os presentes se reuniram ao redor do caixão da menina, e cantaram músicas sobre amor, fé e esperança. As canções se interligavam entre palavras de consolo do pastor, afirmando que a passagem de Valentina na terra foi linda e significativa para todas as pessoas que a amam.

A tia da menina, Claudete Cirino de Lima, 52, contou ao Metrópoles que não há palavras para elogiar a sobrinha e para descrever a dor que assola toda a familia. Ela fala com saudades da pequena.

“Valentina era a criança mais especial da minha vida. Uma menina boa, muito educada, de sorrisos largos. São tantas coisas boas”, diz emocionada.

Ela lembra com carinho de como Valentina sempre que a encontrava pedia a benção, e que agora, isso nunca mais vai acontecer. “Quando ela nasceu, ela foi muito desejada pela minha irmã. Sempre que me encontrava me abraçava, pedia benção, perguntava como eu estava, e não ter mais ela aqui para falar isso é doído”, reflete a tia.

O pai de Valentina é policial militar e, por isso, vários militares compareceram ao velório.

Ao final do enterro, uma última homenagem foi prestada: balões brancos foram soltos no céu, em memória de Valentina.

Acidente com escorpião

O acidente com o escorpião aconteceu no dia 12 de junho. A família buscou ajuda nos bombeiros da região administrativa, mas acabou levando a menina para o Hospital Regional do Guará, por ser a unidade de saúde mais próxima. No local, Valentina recebeu o soro contra o veneno do escorpião, mas não apresentou a melhora esperada. Diante da necessidade de uma UTI, ela foi transferida para o Hospital Santa Lúcia, na Asa Norte.

Enquanto esteve no hospital, a família de Valentina realizou ao menos duas vigílias e rodas de oração pedindo pela vida de Valentina.

Na casa de familiares da menina, a presença de escorpiões é recorrente. Segundo a tia da menina Claudete Cirino, a infestação costuma se intensificar no fim do ano, especialmente em períodos de chuva. Ao longo do ano, a família relata ter encontrado mais de 200 animais no imóvel.