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Distrito Federal

Veja imagens do suspeito logo depois de matar dona de funerária no DF

O acusado está foragido. A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) acredita que ele deixou a capital depois do feminicídio

24/05/2021 11:51, atualizado 24/05/2021 13:30
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Feminicidio

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) divulgou, nesta segunda-feira (24/5), imagens das câmeras de segurança da funerária onde Karla Pucci trabalhava. Os equipamentos registraram os últimos momentos da mulher com vida. A empresária foi morta a pedradas pelo companheiro, Valdemar Medeiros Sobreira, 46 anos, no último sábado (22/5), que está foragido. A corporação acredita que ele saiu do DF.

Imagens do circuito interno do estabelecimento mostram que, no sábado (22/5), às 18h32, Valdemar e Karla entraram em um quarto no interior da própria funerária. Após alguns minutos, o homem saiu sem camisa, vestiu um casaco e, às 18h37, foi embora em um Honda Civic. Ele fugiu levando o celular da vítima.

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O acusado usou uma uma pedra de amolar faca para matar a vítima
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O acusado usou uma uma pedra de amolar faca para matar a vítima

O casal se conheceu há seis meses por meio das redes sociais. Valdemar saiu do município de Senhor do Bonfim, na Bahia, e passou a morar com a companheira no Condomínio Sobradinho dos Melos, no Itapoã.

Perícia

O corpo de Karla foi encontrado pelo filho, no domingo (23). O rapaz conta que tentou contato com a mãe durante todo o sábado, mas não recebeu resposta. No dia seguinte, decidiu ir à funerária e viu a mulher deitada de barriga para baixo, em cima da cama, somente com uma camisa e sem roupa na parte de baixo.

Ele disse que, ao olhar de forma superficial, percebeu que a mãe estava com um ferimento na parte de trás da cabeça. O filho encontrou uma pedra de amolar faca embaixo do pé esquerdo dela.

Veja imagens da vítima:

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Reprodução

Segundo o delegado-chefe da 6ª Delegacia de Polícia (Paranoá), Ricardo Viana, não havia nenhuma ocorrência de agressão registrada envolvendo o casal. “Nenhum histórico de brigas”, disse.

O delegado também aguarda o laudo da perícia para constatar se a mulher sofreu abuso sexual antes de ser assassinada.

Denuncie

Denúncias ou informações sobre o foragido poderão ser feitas diretamente à equipe da 6ª DP (Paranoá) ou pelos canais de denúncia on-line e disque-denúncia (197). A ligação é gratuita. O sigilo do denunciante é absoluto.

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