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UnB volta às aulas em meio à greve de técnicos, parados há cinco meses

Os servidores técnico-administrativos da Universidade de Brasília estão em greve desde 20/3. Aulas retornaram nesta segunda (18/8)

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Alunos da Universidade de Brasília UnB voltam às aulas após 67 dias de greve dos professores – metrópoles 5
1 de 1 Alunos da Universidade de Brasília UnB voltam às aulas após 67 dias de greve dos professores – metrópoles 5 - Foto: Vinícius Schmidt/Metrópoles @vinicius.foto

A Universidade de Brasília (UnB) retorna às atividades nesta segunda-feira (18/8), após quase um mês de recesso para os estudantes. Mesmo com a volta às aulas, os servidores técnico-administrativos decidiram manter a paralisação, que ocorre desde março deste ano.

Nesta quarta-feira (20/8), a greve dos técnicos completa cinco meses e não tem previsão de negociação. Em informativo divulgado na última quarta (13/8), o Sindicato dos Trabalhadores da Fundação Universidade de Brasília (Sintfub) decidiu manter a paralisação por tempo indeterminado.

Devido à paralisação e redução de servidores, as rematrículas começaram nesta segunda, juntamente às aulas, com resultado final apenas para o dia 22. O período oficial de matrículas – matrícula, rematrícula e matrículas extraordinárias – finaliza somente na última sexta-feira de agosto (29/9), 11 dias após o início das aulas.

Com a retomada das aulas, a categoria organizou uma mobilização para as 8h, em frente à entrada do Instituto Central de Ciências (ICC) Norte, principal prédio do Campus Darcy Ribeiro. Em declaração, o sindicato alegou que estão disponíveis para negociação e que o ato teve o papel de dialogar com comunidade universitária e estudantes sobre a mobilização.

Os servidores reivindicam pagamento de 26,05%, Unidade de Referência de Preços (URP), que compõe o salário.

Alguns dos principais serviços não foram interrompidos, mesmo com a greve. Entre estes, pagamentos de:auxílios, benefícios, bolsas e folha, repasse a prestadoras de serviço; programas de assistência estudantil; laboratórios de pesquisa ligados à alimentação, bem-estar de animais, plantas e culturas; e segurança da universidade.

Em contraponto, a Biblioteca Central da Universidade de Brasília (BCE) está fechada desde o início da paralisação. Durante esse período, os prazos para devolução de materiais estão sendo renovados, não haverá cobrança de multa, e o site está temporariamente indisponível devido à manutenções. Além do fechamento da BCE, alguns serviços estão sem atendimento presencial.

Em nota, a Universidade comunicou que reconhece e respeita o direito de greve dos servidores, e que mantém diálogo com a categoria: “A Reitoria segue empenhada na agenda da URP, em interlocução com Supremo Tribunal Federal (STF), Advocacia Geral da União (AGU), Tribunal de Contas da União (TCU) e parlamentares”, com o intuito de negociar e chegar a um acordo com os técnicos.

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