EPTG tem engavetamento em frente à Residência Oficial do GDF

Acidentes aumentaram após retirada de pardal. DER estuda volta do equipamento e microrrevestimento para o asfalto

atualizado 26/02/2020 19:17

Ao menos oito veículos se envolveram em dois acidentes, nesta quarta-feira (26/02/2020), na Estrada Parque Taguatinga (EPTG) próximo à Residência Oficial de Águas Claras (Roac). As colisões ocorreram por volta das 14h e, apesar do número de carros envolvidos, de acordo com o Corpo de Bombeiros, apenas uma pessoa precisou de atendimento. Recentemente, o local teve um pardal desativado.

No momento das colisões, o asfalto estava molhado e chuviscava. Os acidentes ocorreram com uma certa distância um do outro, mas ambos no mesmo perímetro onde a fiscalização foi removida. No primeiro, três carros se chocaram, e a Polícia Militar precisou tirar os veículos da pista.

No segundo, cinco carros bateram, e viaturas do Corpo de Bombeiros foram acionadas para avaliar o estado de saúde das vítimas. Uma mulher foi levada ao Hospital Alvorada com dores na face e no ombro esquerdo.

Na semana passada, também com chuva e no mesmo horário, pelo menos cinco carros engavetaram no mesmo local.

Pardal

Recentemente, o Departamento de Estradas de Rodagens (DER-DF) retirou um radar de velocidade que ficava no local, exatamente em frente à Roac. Sem ele, os veículos não desaceleram na parte mais íngreme do trajeto, chegando ao próximo pardal em uma velocidade maior e precisando frear por mais tempo, causando batidas.

De acordo com a Diretoria de Trânsito do DER-DF, o radar foi retirado do local devido ao grande número de reclamações feitas na Ouvidoria do GDF. Os motoristas afirmavam que, por conta do radar, era grande o número de acidentes.

Ainda segundo a diretoria, o local está passando por estudos para saber o que tem causado os acidentes. A equipe técnica do DER-DF analisa se o asfalto do local é o problema e se é necessária a instalação de um microrrevestimento para aumentar a aderência.

A previsão é que os trabalhos comecem em março, após o fim dos trabalhos no Eixão.

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