Torturadora mascarada desfigurou vítima com faca e isqueiro no DF. Siga no YouTube
Beatriz Elissandra Marques Carvalho, 24 anos, filmou torturas que praticou contra um homem na residência dela e divulgou nas redes sociais
atualizado
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Mascarada e portando uma faca e um isqueiro, Beatriz Elissandra Marques Carvalho, 24 anos, dopou, torturou e desfigurou um homem que conheceu em um bar em Ceilândia (DF), nessa terça-feira (24/2).
A vítima foi filmada por amigos após ser agredido covardemente (assista acima).
A autora teria levado o homem até sua casa e tentado dopá-lo com medicamentos. Depois, iniciou uma sessão de agressões físicas e o manteve em cárcere privado para subtrair o celular, uma blusa e os tênis da vítima.
Segundo as investigações, Beatriz utilizou clonazepam misturado com água para dopar o homem. Ao perceber que ele não havia dormido como esperado, ela passou a agredi-lo fisicamente, causando lesões graves em seu rosto.
Em vídeos gravados pela mulher, a vítima aparece com a face ensanguentada e com diversos machucados. As imagens foram divulgadas pela página Na Cidade News.
Na gravação, ela aparece usando uma máscara no rosto, enquanto exibe alguns objetos para a câmera, dentre eles um isqueiro aceso. O Metrópoles optou por não reproduzir o vídeo do momento da tortura.
Veja:
Prisão em flagrante
A prisão ocorreu após a suspeita comparecer a Unidade de Pronto Atendimento I (UPA) de Ceilândia nessa quarta-feira (25/2) procurando pelo homem para “terminar de matá-lo”.
Uma equipe da Polícia Militar do DF foi acionada para comparecer à UPA. Aos militares, ela confessou o crime e exibiu vídeos e fotos no próprio celular onde aparecia torturando o homem com um isqueiro próximo ao pescoço dele.
Bastante alterada, ela admitiu ter tentado matar o homem na noite anterior e que o procurava para verificar se ele havia falecido. Caso contrário, Beatriz afirmou que “terminaria o serviço”.
Questionada sobre o local do crime, Beatriz indicou a própria residência. Os policiais deslocaram-se com a mulher até o imóvel, onde encontraram grande quantidade de sangue, além da faca utilizada na sessão de tortura.
Na casa da suspeita, a equipe também localizou documentos pessoais de terceiros, diversos cartões bancários e um notebook. As investigações revelaram ainda que alguns desses pertences são de outra vítima, que também teria sido dopada pela autora no dia 23 de fevereiro.
Vídeos em grupo do WhatsApp
Em depoimento, o dono de um bar da região afirmou que Beatriz costuma frequentar o estabelecimento dele para beber com outros clientes. Na ocasião, ela passou a ingerir bebida alcóolica com o homem que viria a torturar posteriormente.
Os dois deixaram o bar juntos e se dirigiram para a residência dela. Horas depois, o proprietário do comércio tomou conhecimento, por meio de vídeos em um grupo de WhatsApp, que o cliente em questão estava sendo torturado por Beatriz.
Diante disso, ele disse que se deslocou até a casa da suspeita para verificar a situação. Ao chegar, encontrou outras pessoas socorrendo a vítima e cortando as amarras de suas mãos. Segundo ele, Beatriz tinha fugido do local.
O homem foi socorrido por uma equipe do Corpo de Bombeiros (CBMDF) e encaminhado para o Hospital Regional de Ceilândia (HRC).
O caso foi registrado na 15ª Delegacia de Polícia (Ceilândia) inicialmente como roubo com restrição de liberdade da vítima e cárcere privado.






