Técnica que matou em UTI se apresentava como cristã e mãe nas redes

Amanda Rodrigues de Sousa também se apresentava nas redes sociais como intensivista e instrumentadora cirúrgica

atualizado

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1 de 1 amanda técnica - Foto: Reprodução

Presa por participação em três homicídios de pacientes no Hospital Anchieta, em Taguatinga (DF), a técnica de enfermagem Amanda Rodrigues de Sousa (foto em destaque), de 28 anos, se apresentava nas redes sociais como “mãe e cristã”.

Ela costumava publicar vídeos e fotos com sua filha pequena e repostava vídeos de música gospel e pregações de líderes religiosos.

Amanda também afirmava ser intensivista e instrumentadora cirúrgica, duas especializações que exigem formação técnica e são voltadas para trabalhar na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Amanda foi presa suspeita de matar pelo menos três pacientes dentro da UTI do Hospital Anchieta, em Taguatinga (DF), junto a Marcos Vinícius Silva Barbosa de Araúj e Marcela Camilly Alves da Silva.

Metrópoles apurou que o trio, detido pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), teria matado João Clemente Pereira, 63 anos, servidor da Caesb; Marcos Moreira, 33 anos, servidor dos Correios, e Miranilde Pereira da Silva, professora aposentada, de 75 anos. A motivação do crime ainda é investigada.

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Amanda Rodrigues se apresentava como cristã e mãe nas redes
Técnica de enfermagem é suspeita de matar 3 pacientes
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Técnica de enfermagem é suspeita de matar 3 pacientes
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Técnica de enfermagem é suspeita de matar 3 pacientes

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O caso foi denunciado às autoridades pelo próprio hospital, após observar circunstâncias atípicas relacionadas aos três na UTI. “O hospital instaurou investigação, por iniciativa própria”, afirmou a instituição em nota.

O delegado responsável pelo caso, Wisllei Salomão, explicou como os suspeitos atuavam e detalhou que, em um caso específico, o técnico de enfermagem administrou um produto químico de limpeza no paciente.

“Em um dos casos, ele sugou um desinfetante no quarto de um paciente com a seringa e aplicou ao menos 10 vezes no paciente”, afirmou o delegado.

Inicialmente, os presos tentaram negar os crimes, dizendo que apenas aplicavam os medicamentos que eram indicados pelos médicos.

No entanto, ao serem confrontados com evidências, os investigados não apresentaram arrependimento e demonstraram frieza total, segundo o delegado. Ao confessar o crime, o grupo não explicou a motivação.

A investigação deverá indiciar os suspeitos pelo crime de homicídio doloso qualificado com impossibilidade de defesa da vítima.

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