TCU rejeita recurso e mantém condenação de ex-gestores da Saúde pela Falso Negativo
Em sessão nesta quarta-feira (24/5), ministros do TCU rejeitaram os recursos de Jorge Antônio Chamon Júnior e Iohan Andrade Struck

O Tribunal de Contas da União (TCU) manteve a condenação dos ex-gestores da Secretaria de Saúde do Distrito Federal que foram punidos por irregularidades na compra de testes rápidos da Covid-19. Jorge Antônio Chamon Júnior e Iohan Andrade Struck haviam recorrido da decisão anterior do Tribunal que os condenou com multa de R$ 60 mil e impedimento de ocupar cargos na administração pública por oito anos.
Os dois foram investigados após a operação que ficou conhecida como Falso Negativo. Na época do caso, Iohan era subsecretário de Administração Geral (Suag) da Secretaria de Saúde do DF. Jorge Antônio ocupava o cargo de diretor do Lacen-DF.

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Ver todasA decisão do TCU de manter a condenação dos ex-gestores foi proferida em sessão plenária nesta quarta-feira (24/5).
Em fevereiro deste ano, a 12ª Vara Federal do DF absolveu sumariamente todos os 15 réus da Operação Falso Negativo.
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles DFO juiz federal Marcus Vinicius Reis Bastos entendeu que todas as provas que basearam a denúncia “são imprestáveis”, porque foram colhidas em buscas e apreensões, além de quebras de sigilos, autorizadas pela Justiça do DF. Por decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), a Justiça do DF foi declarada incompetente para julgar o caso, que foi remetido à Justiça Federal.
O magistrado decidiu pela absolvição por uma questão processual e nem sequer chegou a analisar o mérito. Ou seja, não verificou se, de fato, houve irregularidade na aquisição de testes rápidos pela Secretaria de Saúde do DF.



