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Distrito Federal

Taxa de desemprego no DF atinge 11° mês consecutivo em queda

De acordo com o levantamento, foram criados 68 mil novos postos de trabalho em fevereiro deste ano

Marcus Rodrigues29/03/2022 17:26, atualizado 29/03/2022 17:50
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Vinícius Schmidt/Metrópoles
Imagem colorida mostra pessoa com carteira nacional de trabalho e emprego na mão aparecida - Metrópoles

A taxa de desemprego atingiu o 11° mês seguido em queda no Distrito Federal. A informação foi divulgada nesta terça-feira (29/3) pela Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan), em parceria com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), referente ao mês de fevereiro.

As informações da pesquisa mostram que a taxa de desemprego total diminuiu de 18,6% para 17,0%, entre fevereiro de 2021 e de 2022.

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Carteira de trabalho
Instituída em 1943, sob o governo do então presidente Getúlio Vargas, a CLT completou 82 anos no último dia 1° de maio
Codeplan foi extinta no primeiro semestre deste ano
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Codeplan foi extinta no primeiro semestre deste ano

Michel Melo/Metrópoles
Carteira de trabalho
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Carteira de trabalho

Rafaela Felicciano/Metrópoles
Instituída em 1943, sob o governo do então presidente Getúlio Vargas, a CLT completou 82 anos no último dia 1° de maio
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Instituída em 1943, sob o governo do então presidente Getúlio Vargas, a CLT completou 82 anos no último dia 1° de maio

Felipe Menezes/Metrópoles

De acordo com o levantamento, foram criados 68 mil novos postos de trabalho. Os setores que mais contrataram foram a administração pública, serviços e comércio.

Mês marcado por feriados e encerramento de férias escolares e acadêmicas – o que impacta diretamente os setores de transporte, comércio e o trabalho de ambulantes –, fevereiro apresentou leve reaquecimento de mercado e aumentos nas taxas de ocupação no DF.

“A contínua redução da taxa de desemprego por 11 meses consecutivos fez a escassez ocupacional recuar a patamares do segundo semestre de 2016. Em conjunto com a elevação do rendimento médio, após muito tempo de declínio, esse quadro nos faz conjecturar que o espaço de trabalho do DF está se estabilizando em um patamar promissor nesta fase pós-pandemia”, acrescenta a economista Lucia Garcia, técnica do Dieese.
Renda

Porém, mesmo com este aumento no número de empregados, a renda média do trabalhador brasiliense diminuiu. Além de reduções na construção civil, que perdeu 3 mil trabalhadores em fevereiro, influenciado pelo período de chuvas, houve também queda na indústria de transformação, que possui o menor contingente de ocupados no DF e mesmo assim passou de 49 mil para 45 mil empregados.

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