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Distrito Federal

Taguatinga terá primeira usina de hidrogênio verde do DF. Saiba mais

Projeto, voltado ao abastecimento de veículos leves e pesados, tem inauguração prevista para outubro e conta com investimento de R$ 30 mi

12/06/2025 14:56, atualizado 12/06/2025 14:57
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Reprodução/Neoenergia
Taguatinga terá primeira usina de hidrogênio verde do DF. Saiba mais

A empresa privada do setor elétrico Neoenergia anunciou, nesta quinta-feira (12/6), o início das obras de uma das primeiras usinas de hidrogênio verde (H2V) do Brasil. A unidade, instalada em Taguatinga, funcionará como ponto de abastecimento para veículos.

Clique aqui e saiba mais sobre o abastecimento com hidrogênio verde

A inauguração está prevista para outubro, próximo à data da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP 30), que ocorrerá no Brasil.

Veja imagens do projeto:

Regulado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o projeto integra o Programa de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (P&DI), que recebeu investimento superior a R$ 30 milhões.

A proposta brasileira se inspira e tem estrutura baseada em um modelo de Barcelona, na Espanha, coordenado por empresas vinculadas à Neoenergia. No entanto, a unidade de Taguatinga se diferencia por oferecer abastecimento para uma gama maior de veículos, como ônibus, caminhões, motocicletas e automóveis de passeio.

O local, abastecido por uma usina fotovoltaica, terá o objetivo de atingir segmentos que dependem, principalmente, de combustíveis fósseis, como o setor automotivo.

Desde a data de inauguração até a escolha do local para a construção resultaram de decisões estratégicas, segundo a Neoenergia. Taguatinga, a quarta região administrativa mais populosa do Distrito Federal, é um “importante polo econômico e político”.

Além de ser estruturalmente viável para a construção da usina, tem movimentação intensa e, por isso, precisa de estruturação da mobilidade pública e particular.

“Nosso compromisso é impulsionar a eletrificação por meio de investimentos em tecnologias inovadoras. O Brasil tem vantagens competitivas, como abundância de energia renovável a custos acessíveis, o que o posiciona como líder natural na transição energética”, afirma Eduardo Capelastegui, CEO da Neoenergia.

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