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Distrito Federal

Sobrinha de mulher morta por atropelador que fugiu: "Quero punição"

Tayslane Gonçalves Carvalho, de 34 anos, foi atropelada no domingo (4/7) na EPNB. O motorista fugiu do local e ainda não foi identificado

07/07/2021 10:25, atualizado 07/07/2021 10:45
Reprodução/Facebook
Tayslane Gonçalves, vítima de atropelamento no DF

O corpo de Tayslane Gonçalves Carvalho (foto em destaque), de 34 anos, mulher que morreu atropelada na madrugada de domingo (4/7), na Estrada Parque Núcleo Bandeirante (EPNB), será sepultado nesta quarta-feira (7/7). O enterro será às 16h30, no cemitério Campo da Esperança da Asa Sul.

O acidente ocorreu próximo ao balão de acesso ao Riacho Fundo 1. Após atropelar a pedestre, o motorista fugiu do local, sem prestar socorro.

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Ela morreu no último domingo (4/7)
Enterro ocorreu na quarta (7/7), no cemitério Campo da Esperança da Asa Sul
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Tayslane Gonçalves, vítima de atropelamento no DF
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Tayslane Gonçalves, vítima de atropelamento no DF

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Enterro ocorreu na quarta (7/7), no cemitério Campo da Esperança da Asa Sul
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A sobrinha de Tayslane, Maria Cristiely Sousa, 23, que vive em Agricolândia, no Piauí, diz que a família espera agora que o motorista seja localizado e preso. “A vontade era de ir para o enterro. Ou, se tivesse condição, de trazer para cá. Mas não temos como”, lamentou.

“Eu queria a punição para ele, porque foi uma perda que abalou toda a família. Mas com fé em Deus ele vai ser preso”, completou a sobrinha.

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Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) apura o caso por meio da 29ª Delegacia de Polícia (Riacho Fundo). Investigadores têm informações de que Tayslane estava em um bar na Área de Desenvolvimento Econômico (ADE) de Águas Claras antes do acidente e que saiu do estabelecimento sozinha.  Contudo, ainda não há pistas em relação ao motorista nem ao carro. A polícia também não encontrou imagens de câmeras de segurança nem testemunhas.

Segundo a amiga da vítima Maria de Fátima Lima, 30 anos, Tayslane morava no setor de oficinas do Núcleo Bandeirante. Dividia a residência com a companheira, com quem vivia em união estável há três anos.

“Ela era manicure e atendia em domicílio. A família dela é do Piauí, mas há uns 10 anos ela vivia no DF”, conta a amiga.

Conforme Maria de Fátima, amigos conseguiram juntar dinheiro para arcar com parte dos gastos do enterro. “Muita gente ajudou e pudemos pagar as despesas das flores, essas coisas. Aí, o CRAS (Centro de Referência de Assistência Social) assumiu a responsabilidade do caixão”, afirmou.

“A família não tem condição financeira de vir para o enterro. A passagem é cara e não se acha assim de imediato. Então, conversamos com eles e optamos por enterrar aqui mesmo, porque também não iríamos conseguir mandar [o corpo] para lá [Piauí], é muito caro”, contou Maria.

“Foi uma vida que se perdeu. Então, que a justiça seja feita, que a pessoa possa pagar pelo crime” reforçou.

A Polícia Civil pede que, quem tiver informações que possam ajudar nas investigações, faça uma denúncia pelo 197.