Servidores da assistência social do GDF decidem permanecer em greve
Servidores em greve se reuniram na manhã desta terça-feira (26/3). Categoria está paralisada desde o dia 10 de março
atualizado
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Em assembleia realizada na Praça do Buriti, nesta quinta-feira (26/3), servidores da assistência social do GDF decidiram permanecer em greve. A categoria está paralisada desde o dia 10 de março.
Participam da greve servidores da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), da Secretaria de Justiça do DF (Sejus) e da Secretaria da Mulher.
De acordo com o Sindicato dos Servidores e Empregados da Assistência Social e Cultural do GDF (Sindsasc), uma das principais reivindicações é a conversão da Gratificação de Titulação (GTIT) em Gratificação de Desempenho da Assistência Social (GHDAS), além da imediata contratação da banca para o concurso da Sedes que foi autorizado para 2026, com previsão de 1.197 vagas.
Na mudança para Gratificação de Desempenho, o adicional pago seria baseado no desenvolvimento do trabalho executado e não na titulação por formação acadêmica, como é pago atualmente. O sindicato alega que há uma discriminação contra os servidores.
Em passeata, os servidores seguiram até a frente do Palácio do Buriti, sede do Governo do Distrito Federal (GDF), com placas e bandeiras que reivindicavam gratificação por habilitação.
Segundo o presidente do (Sindsasc), Clayton de Souza Avelar, disse que recebeu uma ligação de um assessor da vice-governadora Celina Leão pedindo para que as propostas fossem encaminhadas.
O GDF foi acionado. O espaço segue aberto para possíveis manifestações.
