Policiais civis e militares se unem para pressionar GDF por reajuste

Governador Rollemberg, porém, diz que não há dinheiro em caixa para atender a reivindicação das categorias

atualizado

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1 de 1 protesto policia civil - Foto: Michael Melo/ Metrópoles

A rivalidade histórica entre policiais civis e militares foi deixada de lado em prol de uma luta conjunta por melhores salários. As duas categorias se uniram para pressionar o Governo do Distrito Federal (GDF) e cobrar o reajuste. Os sindicatos definem a estratégia como uma “aliança pelo resgate da segurança pública do DF” e já marcaram uma assembleia geral para a próxima terça-feira (20/6).

Confira imagens do movimento por reajuste deflagrado em 2016 pelos policiais civis:

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<b> Promessa: </b>Implantar planos de carreira nos órgãos de segurança, que contemplem o realinhamento salarial, a progressão profissional e benefícios não pecuniários, além de um plano de avaliação, de cada corporação.
<b>Resposta do GDF </b>: O Governo de Brasília implementou o auxílio-moradia para os policiais militares e bombeiros militares do Distrito Federal, na ativa e na reserva, em 2015 e 2016. Em negociação com os policiais civis, o governo ofereceu mais de quatro propostas para atender às reivindicações da categoria. Entretanto, todas as propostas foram recusadas.
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Promessa: Implantar planos de carreira nos órgãos de segurança, que contemplem o realinhamento salarial, a progressão profissional e benefícios não pecuniários, além de um plano de avaliação, de cada corporação. Resposta do GDF : O Governo de Brasília implementou o auxílio-moradia para os policiais militares e bombeiros militares do Distrito Federal, na ativa e na reserva, em 2015 e 2016. Em negociação com os policiais civis, o governo ofereceu mais de quatro propostas para atender às reivindicações da categoria. Entretanto, todas as propostas foram recusadas.

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As duas corporações alegam que há desvios na aplicação dos recursos do Fundo Constitucional do DF. Segundo uma nota conjunta dos sindicatos que representam a Polícia Civil, “o GDF já deu sinais claros de que não pretende atender às demandas da PCDF, especialmente em relação à manutenção da paridade de vencimentos com a Polícia Federal, quebrando não só seu compromisso junto à categoria, como também a própria paridade”.

Já os servidores da PMDF, por meio de nota do Fórum das Associações Representativas dos Policiais Militares e dos Bombeiros Militares do DF, manifestaram apoio às reivindicações e propuseram movimento conjunto.

“Além de uma melhor convivência entre as corporações, queremos reajuste salarial. Sabemos das correções anuais da ordem de R$ 1 bilhão do Fundo Constitucional, mas que infelizmente não têm sido repassadas para a segurança pública do DF. Todas as carreiras da União tiveram reajuste. Somos mantidos e organizados pela união, então queremos o mesmo tratamento”, ressaltou o presidente da Associação dos Oficiais da Polícia Militar (Asof), coronel Rogério Leão.

Nota pública de PMs, CBMs E PCs DO DF – by Metropoles on Scribd

Em vistoria às obras da ciclovia da Estrada Parque Taguatinga (EPTG), na manhã desta sexta-feira (9/6), o governador Rodrigo Rollemberg (PSB) comentou o movimento dos policiais civis e militares. Disse que o Executivo tem trabalhado com transparência e ressaltou, mais uma vez, as dificuldades de caixa do GDF.

“Eles (policiais) sabem que o orçamento do DF, com o nível de receitas que tem e o comprometimento de pessoal, torna totalmente impossível, nesse momento, falar em reajuste salarial. É impossível materialmente, porque nós não temos recursos para isso e é impossível juridicamente porque estamos  comprometidos com a Lei de Responsabilidade Fiscal”, destacou. (Colaborou Nathália Cardim)

 

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