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Metrópoles teve acesso a novas imagens que mostram a fuga do suspeito de atacar a psicóloga Ieda Maria Neiva Rizzo, 54 anos, na 408 Sul, na segunda-feira (8/1). Policiais da 1ª Delegacia de Polícia estão mobilizados para concluir as investigações e se aproximam cada vez mais de identificá-lo. As cenas foram flagradas por câmeras de segurança que ficam próximas à quadra. As imagens se somam a outras duas já divulgadas.

Ao entrar no carro à noite, no estacionamento do bloco B, após visitar o namorado, Ieda foi abordada por um homem e acabou baleada no peito. Na quarta (10), ainda internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital privado do Lago Sul, ela foi ouvida por investigadores.

O delegado-adjunto da 1ª DP, João de Ataliba Nogueira Neto, reforçou que o caso é investigado como tentativa de latrocínio. “Explicamos para ela (Ieda) sobre a nossa linha de investigação. A expectativa é que esse suspeito seja preso o quanto antes. Estamos concentrando esforços para identificá-lo e solucionar o caso”, explicou.

Como a vítima não conseguiu fazer um retrato falado do bandido, os vídeos são a principal fonte de informação para que a polícia o identifique. Quem tiver alguma informação sobre a localização ou identidade do homem pode entrar em contato com a PCDF.

As denúncias podem ser feitas por quatro meios: telefone 197; site www.pcdf.df.gov.br; e-mail denuncia197@pcdf.df.gov.br; ou WhatsApp (61) 98626-1197. É importante ressaltar que o sigilo das informações é absoluto.

Cruel
Aos agentes, Ieda deu detalhes do que ocorreu na noite do crime. A mulher relatou que saiu da casa do namorado, por volta das 22h20 e, antes mesmo de chegar ao veículo, notou que um homem estava no estacionamento. Destravei o carro, entrei rápido e fechei a porta”, lembra. O criminoso, entretanto, conseguiu abrir a porta do motorista e a obrigou a passar para o banco traseiro.

Em função das ameaças, Ieda saiu às pressas do automóvel e gritou por socorro. Neste momento, o ladrão a seguiu e efetuou o disparo. O suspeito fugiu sem levar nada. Aos policiais, a mulher definiu a ação como “muito cruel” e emendou: “Ele poderia ter consumado o roubo, levado o carro, não entendi por que ele atirou”, disse. Ieda passou por cirurgia para retirar resquícios do projétil e colocou um dreno no pulmão. Para acelerar a recuperação, recebeu seis bolsas de sangue.

Confira outros vídeos que podem ajudar na identificação: