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Segurança

DF: garota de programa, Bibi Perigosa teria planejado morte de PM

Duas mulheres e dois adolescentes foram presos nesta segunda-feira (30/03) pelo crime cometido em fevereiro deste ano

30/03/2020 13:09, atualizado 30/03/2020 14:28
Reprodução/Facebook
Investigações apontam que as duas envolvidas na morte do sargento reformado da PM eram garotas de programa

As investigações da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) sobre da morte do sargento reformado da PMDF Angelo Sebastião de Ávila apontam que as duas jovens presas nesta segunda-feira (30/03) trabalham como garotas de programa.

Jackeline Oliveira e Beatriz Barros, esta última conhecida como Bibi Perigosa, com dois adolescentes de 16 anos teriam, segundo a PCDF, planejado e praticado o latrocínio do PM em fevereiro deste ano.

O corpo do sargento foi encontrado esfaqueado às margens da DF-295, em Cristalina (GO). Conforme o apurado pela 30ª DP (São Sebastião), as prostitutas conheceram o policial um dia antes do crime e pagaram uma corrida da Rodoviária de Planaltina ao município goiano de Marajó. Ele tinha o costume de realizar viagens informais.

A corrida aconteceu como o planejado. Quando a vítima chegou ao destino, os dois menores, a pedido das garotas, embarcaram no carro. As investigações apontam que os adolescentes mataram Angelo com diversas facadas e jogaram o corpo na rodovia.

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Os suspeitos seguiram no veículo do sargento até uma estrada de terra nas adjacências do vilarejo, onde o automóvel acabou atolando e foi abandonado.

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Jackeline Oliveira também foi apontada como uma das envolvidas
Beatriz Barros, a Bibi Perigosa, foi presa nesta segunda (30/03)
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Beatriz Barros, a Bibi Perigosa, foi presa nesta segunda (30/03)

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Jackeline Oliveira também foi apontada como uma das envolvidas
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Jackeline Oliveira também foi apontada como uma das envolvidas

Reprodução/Facebook

As mulheres foram indiciadas por latrocínio e corrupção de menor. Os adolescentes foram encaminhados à Delegacia da Criança e do Adolescente (DCA) e estarão sujeitos à medida de internação por até 3 anos. A operação contou com a participação de 25 agentes de polícia e cinco delegados.

No total, os investigadores cumpriram dois mandados de prisão preventiva, cinco de busca e apreensão domiciliar e dois de busca e apreensão de menor infrator,  em Planaltina (DF), Luziânia (GO) e Marajó (GO).

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Carro do PM abandonado pelos criminosos