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Após a escolha do delegado Robson Cândido para o cargo de diretor-geral da Polícia Civil, mais dois nomes surgem para ocupar cargos na cúpula da corporação. Um deles é o delegado Anderson Espíndola (foto em destaque), indicado para chefiar a corregedoria-geral da PCDF. O outro é Benito Tiezzi, que será o diretor-geral adjunto da PCDF.

A indicação de Benito Tiezzi para ocupar a direção-geral adjunta da PCDF é coerente com o resultado da lista tríplice. Eleito em primeiro lugar, Robson Cândido teve 265 votos, e Benito ficou em segundo, com 242 votos.

Tiezzi é conhecido pela articulação política quando esteve à frente do Sindicato dos Delegados da Polícia Civil (Sindepo).

Já Espíndola responde, atualmente, pela Subsecretaria de Inteligência (SI) da Secretaria de Segurança (SSP). Ainda no governo Rodrigo Rollemberg (PSB), o delegado também esteve à frente da Subsecretaria do Sistema Penitenciário (Sesipe), vinculada à SSP.

O nome de Anderson Espíndola também teria sido defendido pelo governador eleito Ibaneis Rocha (MDB). O delegado é visto como um bom articulador político e considerado técnico por seus pares. Anderson transita com desenvoltura entre as categorias de delegados e agentes de polícia.

O delegado acumula experiência na carreira. Espíndola já foi diretor adjunto da PCDF em 2015. Ele também passou por unidades como a 33ª DP (Santa Maria), 1ª DP (Asa Sul), 4ª DP (Guará), Delegacia de Roubos e Furtos de Veículos (DRFV), Delegacia de Roubos e Furtos (DRF) e Coordenadoria Regional de Polícia Sul e Coordenadoria Regional de Polícia Metropolitana.