Abrace promove jogos para humanizar tratamento contra o câncer

O formato dos produtos varia entre tabuleiro e digital, para serem jogados individualmente e em equipe

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atualizado 12/03/2019 17:07

É bom aprender algo entretido. Imagine, então, entender sobre um tratamento complexo, com muitas etapas – algumas até assustadoras -, ou mesmo batalhar para conseguir alcançar uma emoção que te faça bem? Cada uma dessas situações faz parte do dia a dia de crianças e adolescentes em tratamento de câncer.

A Abrace, em parceria com o curso de design do Centro Universitário do Distrito Federal (UDF), trabalhou em cima de jogos que tornassem mais humanizado o assunto câncer infantojuvenil. O resultado será exposto na terça-feira (12/3), às 9h, na Sede da Abrace, no Guará 2.

O formato dos produtos varia entre tabuleiro e digital, para serem jogados individualmente e em equipe. O objetivo central é desenvolver jogos que auxiliassem a equipe de psicologia e assistência social da Abrace nas demandas com os assistidos e suas famílias.

As situações retratadas pelos games são realidades difíceis de serem explicadas ou digeridas por quem está vivenciando o tratamento do câncer. Com a ajuda da inovação, do design e do lúdico conseguiu-se trazer informação a um público, de forma mais leve e simples.

Os games foram criados a partir de pesquisa dos alunos junto à equipe de colaboradores da instituição, visitas à Casa de Apoio, planejamento e criatividade. Um a um, os jogos passaram pelas etapas de montagem, apresentação e revisão até chegar às mãos dos pequenos.

Sobre a Abrace
O trabalho da Abrace é oferecer assistência social para crianças e adolescentes com câncer e doenças do sangue, com dificuldades socioeconômicas, promovendo assim qualidade de vida e colaborando para a promoção de condições ideais de tratamento.

A instituição oferece subsídios necessários para o bom curso do tratamento como, instalações adequadas na Casa de Apoio para crianças que não residem no DF e pequenas reformas na casa das que moram na cidade, mas vivem em condições precárias que colocam em risco a saúde do paciente. A instituição fornece, ainda, alimentação, medicamentos, transporte, assistência odontológica e palestras sobre a doença. (Com informações da Abrace).

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