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Distrito Federal

Revendedores de gás de cozinha protestam contra aumento do produto no DF.

Revendedores impediram entrada e saída das distribuidoras, na manhã desta quarta-feira, e estudam suspender a venda do produto

23/09/2026 10:18
Material cedido ao Metrópoles
Protesto de revendas - Metrópoles

Revendedores de gás de cozinha (GLP) do Distrito Federal se mobilizaram em frente a distribuidoras engarrafadoras do produto na capital, nesta quarta-feira (23/9), em protesto contra os reajustes no preço do gás. O grupo estacionou caminhões nas portas dos locais e estendeu faixas com os escritos: “Apoiamos os programas sociais, mas não podemos trabalhar no prejuízo”.

Veja vídeo:

Revendedores de gás de cozinha protestam contra aumento do produto no DF - destaque galeria
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Segundo as revendas, as distribuidoras aplicaram um reajuste de aproximadamente R$ 8
As revendas não descartam a possibilidade de suspensão das vendas para o consumidor final
Revendas de gás de cozinha protestam contra reajuste de distribuidoras
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Revendas de gás de cozinha protestam contra reajuste de distribuidoras

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Segundo as revendas, as distribuidoras aplicaram um reajuste de aproximadamente R$ 8
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Segundo as revendas, as distribuidoras aplicaram um reajuste de aproximadamente R$ 8

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As revendas não descartam a possibilidade de suspensão das vendas para o consumidor final
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As revendas não descartam a possibilidade de suspensão das vendas para o consumidor final

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Segundo o Sindicato das Empresas Transportadoras e Revendedoras de Gás LP (Sindvargas-DF), as distribuidoras teriam promovido reajustes mesmo sabendo que o aumento teria impacto direto sobre o setor de revendas. O preço do gás de cozinha aumentou até R$ 8 em algumas regiões do DF — o valor médio do botijão comum era de R$ 105,56.

Com a paralisação desta quarta-feira (23/9), o setor espera busca abrir diálogo imediato com as distribuidoras e chamar a atenção das autoridades. Caso o ato não resulte na formação de uma mesa de negociação, estuda-se a possibilidade de suspensão das vendas para os consumidores.

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De acordo com o presidente do Sindvargas-DF, Sérgio Costa, o preço de referência já estava defasado antes do reajuste e não acompanhava a atual realidade dos custos da operação.

“Não podemos continuar recebendo aumentos enquanto o preço de referência permanece defasado. Essa conta não fecha, e quem está na ponta não pode continuar absorvendo sozinho esse impacto”, afirmou Costa.