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Distrito Federal

Quem é o maior fugitivo do DF, procurado por homicídio desde 1999

Francisco Edson é acusado de matar um homem de 22 anos no Gama; depois ele fugiu para região Norte onde se escondeu a Justiça

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Foragido - Metrópoles

Por 25 anos, Francisco Edson Pereira (foto em destaque), de 53 anos, fugiu da Justiça. Acusado de assassinato, ele é considerado o maior fugitivo da história do Distrito Federal.

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O acusado fugiu para o Norte e viveu 25 anos como foragido
Francisco Edson é acusado de assassinar com um faca um homem de 22 anos em 1999
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Francisco Edson é acusado de assassinar com um faca um homem de 22 anos em 1999

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O acusado fugiu para o Norte e viveu 25 anos como foragido
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O acusado fugiu para o Norte e viveu 25 anos como foragido

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O Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT) conseguiu capturar o foragido em 2025. Nesta terça-feira (11/11), Francisco será julgado pelo tribunal do júri do Gama.

Natural de Tianguá (CE), Francisco foi denunciado por esfaquear e matar José Eroaldo Ferreira de Menezes na Q10 do Gama, em 1º de maio de 1999.

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Segundo a acusação, o crime foi resultante de desavenças anteriores entre o réu e a vítima, além do emprego de recurso que dificultou a defesa. O acusado aproximou-se repentinamente de José Eroaldo e o atacou de forma súbita.

Na época do assassinato, o homem trabalhava como repositor de um supermercado da região. Em 21 de março de 2000, foi expedido um mandado de prisão preventiva. Mas Francisco fugiu.

Inicialmente, fugiu para Rondônia. Onde viveu por cinco anos. Logo depois mudou-se para a zona rural de Rorainópolis (RR). O foragido adotou o nome falso de Francisco Adriano.

Durante a duas décadas de fuga, Francisco trabalhou no campo, em fazendas, lavouras e começou a construir uma nova vida. Mas o MPDFT com a ajuda da Polícia Civil de Roraima conseguiu captura-lo em 24 de fevereiro de 2025

Durante a prisão, o acusado tentou se desvencilhar da abordagem policial dizendo que o nome dele é Francisco Adriano. Mas, depois, acabou reconhecendo para os policiais que era de fato o Francisco Edson.

Segundo o MPDFT, a prisão é simbólica e representa o compromisso do órgão na busca pela responsabilização dos autores de crimes em qualquer circunstância.