Pronto-socorro do Hospital Regional de Planaltina é reinaugurado
Após investimento de R$ 1 milhão, nova estrutura foi inaugurada em evento com a presença da governadora Celina Leão (PP)

O Governo do Distrito Federal (GDF) planeja equipar todos os hospitais da rede pública de saúde com aparelhos de ressonância. A governadora Celina Leão (PP) fez o anúncio durante a reinauguração do pronto-socorro do Hospital Regional de Planaltina, nesta segunda-feira (15/6).
Segundo o GDF, o investimento realizado foi de R$ 1 milhão em contratos de prestação de serviço. Além da manutenção, o local ganhou um novo equipamento de tomografia para atender a demanda de mais de 500 pacientes por mês.
“Essa reinauguração dá mais qualidade de vida, dá mais estrutura para os nossos servidores”, afirmou.
Durante a reinauguração, a governadora Celina Leão anunciou que o governo vai começar a construção da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Arapoanga.
Ressonância na rede pública
A inclusão do tomógrafo no hospital de Planaltina é o primeiro passo de uma nova estratégia anunciada pela governadora para ampliar os exames de imagem na rede pública.
De acordo com Celina Leão, o governo está mapeando o passo-a-passo do atendimento dos pacientes integrando o atendimento das unidades da Secretaria de Saúde e do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde (Iges-DF). E desta forma, não será preciso a transferência de pacientes para exames de imagem.
“Eu quero ressonância em todos os nossos hospitais. Já determinei que a equipe de infraestrutura reserve espaços. Se eu tenho ressonância em todos os hospitais, se eu tenho tomógrafo em todos os hospitais, eu vou economizar com transporte”, argumentou.
O investimento para a compra de cada aparelho é de aproximadamente R$ 7 milhões.
“Tem hospitais particulares que não tem ressonância. Eu sei. Mas eu quero o melhor”, pontuou. Celina declarou que pretende pedir apoio de parlamentares com emendas para a instalação dos aparelhos.
Internação compulsória
Durante a visita ao Centro de Reintegração Deus Proverá, a governadora defendeu mais uma vez o projeto de internação de pessoas em situação de vulnerabilidade. De acordo com a governadora, as internações terão supervisão de um médico e o governo vai reforçar o orçamento da Secretaria de Justiça e de Saúde para o acolhimento.
A governadora contou que o programa buscará apoio de comunidades terapêuticas e religiosas para fazer o acompanhamento e acolhimento. E estes pacientes não serão mais levados para UPAs. O programa também buscará dar emprego para os acolhidos e apoio para suas famílias.

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