Nelson Souza, presidente do BRB, diz que banco sairá sólido de crise
Nelson de Souza disse que foi feito um plano de negócio conservador para ter condição de alcançar um lucro de R$ 1 bilhão em 2028

O presidente do Banco de Brasília (BRB), Nelson Antônio de Souza, afirmou que o banco vai sair mais sólido, transparente, eficiente e preparado para o futuro, após o escândalo envolvendo o Banco Master, nesta quarta-feira (17/6).
“O BRB que sairá desse processo será uma instituição mais sólida, mais transparente, mais eficiente e mais preparada para os desafios do futuro. Fizemos um plano de negócio conservador e teremos condições de alcançar um lucro de 1 bilhão em 2028“, pontuou Nelson Antônio de Souza.
Segundo Souza, o BRB é uma ferramenta estratégica para o desenvolvimento econômico e social do Distrito Federal.
“Preservar o BRB significa preservar uma instituição que faz parte da engrenagem que movimenta a economia local, apoia o crescimento de Brasília e atende milhares de clientes e empregos cidadãos. Mais do que uma instituição tranquila, o BRB é um patrimônio estratégico do DF”, destacou o presidente do BRB.
Do ponto de vista de Souza, o BRB é parceiro fundamental na execução de políticas públicas, na operacionalização de programas sociais e na inclusão financeira de milhares de cidadãos. O presidente do BRB fez as declarações durante 7º Brasília Summit, organizado pelo grupo LIDE.
Celina Leão
A governadora do DF Celina Leão (PP) também participou do evento e comentou sobre a situação do BRB. “Peguei com um déficit financeiro de quase R$ 5 bilhões e com um problema do BRB muito grave. E eu dei solução para todos esses problemas”, assinalou.
Durante audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, em 9 de junho, Souza revelou que o rombo causado no BRB seria de R$ 8,8 bilhões. “Resolvi o problema do BRB. Estou resolvendo os problemas das finanças públicas. E estou integrando muito mais na área da saúde”, ressaltou Celina.
Com a intermediação do Supremo Tribunal Federal (STF), o GDF firmou um acordo com a União para poder retirar um empréstimo com o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) para salvar o BRB, com prazo de 15 anos e dois anos de carência. A proposta foi aprovada pela Câmara Legislativa (CLDF).

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