Preço da cesta básica em Brasília tem queda em um ano; confira
O custo da cesta básica em Brasília foi de R$ 725,98 em janeiro de 2026, havendo uma redução de 3,97% em relação a janeiro de 2025
atualizado
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O preço da cesta básica em Brasília foi de R$ 725,98 em janeiro de 2026, de acordo com a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em parceria com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
Em relação a janeiro de 2025, houve uma redução de 3,97%.
Considerando o salário mínimo líquido, após o desconto de 7,5% da Previdência Social, o comprometimento da renda com a compra da cesta básica caiu para 48,42% em janeiro de 2026, frente a 50,86% em dezembro de 2025 e 53,84% em janeiro de 2025.
O resultado indica que o trabalhador de Brasília passou a comprar mais alimentos básicos gastando uma parcela menor do salário.
Em Brasília, no acumulado dos últimos 12 meses, foram registradas quedas em 10 dos 13 produtos que compõem a cesta básica, com destaque para o arroz agulhinha (-37,41%), açúcar cristal (-23,29%) e leite integral (-14,83%).
Também tiveram redução de preço:
- Farinha de trigo (-12,12%),
- Óleo de soja (-10,37%),
- Manteiga (-9,82%),
- Feijão carioca (-6,50%),
- Carne bovina de primeira (-4,05%),
- Banana (-3,66%),
- Batata (-1,04%).
O tomate (10,43%), café em pó (7,22%) e o pão francês (0,88%) registraram elevação.
Entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026, foram registradas quedas no preço médio de oito dos 13 produtos que compõem a cesta básica: óleo de soja (-7,70%), banana (-4,95%), farinha de trigo (-4,13%), café em pó (-3,59%), leite integral (-2,62%), carne bovina de primeira (-1,39%), arroz agulhinha (-1,19%) e manteiga (-0,05%).
Os outros cinco itens apresentaram elevação de preço: tomate (39,51%), feijão carioca (4,11%), açúcar cristal (1,24%), batata (0,64%) e pão francês (0,55%).
Tempo de trabalho
Com a redução no custo da cesta e o reajuste do salário mínimo para R$ 1.621,00, o trabalhador de Brasília precisou trabalhar 98 horas e 32 minutos para adquirir os alimentos básicos em janeiro de 2026.
O tempo é inferior ao registrado em dezembro de 2025, que era de 103 horas e 31 minutos e significativamente menor do que em janeiro de 2025, quando eram necessárias 109 horas e 34 minutos de trabalho.
