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Vence no próximo sábado (7/7) o prazo para que os interessados em concorrer a cargos eletivos deixem funções de assessoria. O período de desincompatibilização é de 3 meses antes do pleito. A lei atinge servidores comissionados dos poderes Executivo e Legislativo, bem como de empresas públicas.

A regra afasta de forma definitiva nomes importantes da gestão de Rodrigo Rollemberg (PSB), como a ex-secretária Leany Lemos (Planejamento), pré-candidata ao Senado; e os ex-subsecretários Rodrigo Dias (Direitos Humanos) e Raíssa Rossiter (Mulheres), ambos postulantes a uma vaga na Câmara Legislativa. Todos foram anteriormente realocados em cargos de assessorias especiais no Palácio do Buriti.

Na Câmara Legislativa, pelo menos dois gabinetes tiveram baixas para as eleições. A liderança do Partido Verde exonerou a pré-candidata à vaga de distrital Rayssa Tomaz e o assessor da deputada Celina Leão (PP) Bruno Dornellas, que também quer assumir um dos 24 assentos da CLDF.

A lei atinge ainda assessores de deputados federais, senadores, assessores extraordinários, conselheiros tutelares, ocupantes de cargos de direção no Legislativo e servidores de comissões especiais.

Confira o calendário do Tribunal Superior Eleitoral.