Polícia Penal do DF inicia curso de formação profissional de 179 agentes nomeados
A cerimônia aconteceu nesta quinta-feira (5/2), no Auditório do Complexo da PCDF, com a presença do governador Ibaneis Rocha (MDB)
atualizado
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A Polícia Penal do Distrito Federal (PPDF) realizou, nesta quinta-feira (5/2), a abertura do curso de formação de 179 novos agentes nomeados.
A cerimônia aconteceu no Auditório do Complexo da Polícia Civil(PCDF) e contou com a presença do governador Ibaneis Rocha (MDB) e a vice-governadora Celina Leão (PP).
O governador destacou o progresso na segurança pública do Distrito Federal e enfatizou o aumento no número de policiais penais nomeados – 1.333 desde 2019, comparado a 314 anteriormente, segundo ele.
“Com a reestruturação, a gente termina com essa história de que a categoria dos policiais penais é tida como uma subcategoria. Passam a ter condições de trabalho cada vez melhores”, disse Ibaneis.
“Eu tive a oportunidade de encaminhar, já por duas vezes, o pedido de inclusão dos policiais penais no Fundo Constitucional. Isso tudo é em favor da nossa sociedade, da nossa população”, disse.
Os novos agentes foram nomeados por Ibaneis em decreto de 30 de dezembro.
Segundo a Secretaria de Administração Penitenciária (Seape), antes da nova nomeação, foram chamados 625 novos policiais penais aprovados no último concurso público para a carreira.
O governador mencionou, ainda, o esforço em contratações de policiais militares e civis, reajustes salariais e o sucesso em combater o crime organizado.
“Fizemos em todas as áreas o maior número de contratações de policiais da história do Distrito Federal e conseguimos, junto com o trabalho das categorias, dar um reajuste digno para que esses policiais possam ter realmente tranquilidade para trabalhar”, disse.
“E é exatamente o resultado disso que o crime organizado ele não consegue se criar na nossa capital”, acrescentou o governador.
Formação de novos agentes
A SEAPE detalhou que o curso terá quatro turmas e 210 horas-aula, distribuídas em 20 dias letivos. A formação será concluída em até 46 dias.
“Ao final do curso, os alunos estarão plenamente habilitados para o exercício de todas as atribuições do cargo, incluindo o porte de armamento institucional, conforme a legislação vigente. Além da preparação técnica e operacional, a formação enfatiza o trato humanizado com as pessoas privadas de liberdade. Os conteúdos abordam direitos fundamentais, dignidade da pessoa humana e práticas voltadas à reintegração social, com foco na prevenção de conflitos e no fortalecimento da atuação profissional dentro das unidades”, informou a Seape em nota.
