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Distrito Federal

Polícia divulga imagem de suspeito de matar namorada no DF

Gustavo Brito, 22 anos, é o principal suspeito de esfaquear e matar Priscila Teixeira, 33 anos, em Taguatinga

05/07/2022 12:56, atualizado 05/07/2022 13:05
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Divulgação PCDF
Homem sem camisa e tatuado sorrindo para foto

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) divulgou, nesta terça-feira (5/7), a foto de Gustavo Brito (foto em destaque), 22 anos, principal suspeito de matar a namorada na quarta-feira (29/6), em Taguatinga. Ele tem mandado de prisão preventiva pela 17ª DP em aberto, mas ainda não foi encontrado.

Gabriel é acusado de esfaquear Priscila Teixeira, 33, dentro da casa da vítima. Eles eram namorados havia pelo menos seis meses e moravam juntos há três. Os dois estavam desempregados desde janeiro de 2022.

O corpo de Priscila foi encontrado pela mãe dela dois dias após o crime. Márcia Pereira de Oliveira, 62, contou ao Metrópoles que tentou entrar em contato com a filha, mas não teve respostas. Receosa de que algo pudesse ter acontecido, ela entrou na casa e encontrou o corpo ensanguentado na cozinha.

“Morte fria e cruel”, diz mãe de vítima de feminicídio no DF

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3 imagens
Gustavo deu facada no pescoço da namorada
Acusado foi condenado a 21 anos de prisão
Priscila e Gustavo namoraram por cerca de seis meses
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Priscila e Gustavo namoraram por cerca de seis meses

Imagens cedidas ao Metrópoles
Gustavo deu facada no pescoço da namorada
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Gustavo deu facada no pescoço da namorada

Divulgação PCDF
Acusado foi condenado a 21 anos de prisão
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Acusado foi condenado a 21 anos de prisão

Divulgação PCDF
Evento romântico

A cena do crime lembrava um local onde havia ocorrido algum evento romântico. Com presentes e corações de papel, o cômodo onde o feminicídio ocorreu chamou a atenção dos policiais.

Local onde mulher foi morta pelo namorado tinha presentes e corações

A vítima morreu após receber um único golpe no pescoço. A arma usada teria sido uma faca ou outro objeto cortante.

Logo após o assassinato, Gustavo Brito desapareceu. De acordo com pessoas que moram próximas do local onde ocorreu o feminicídio, o casal brigava com frequência e, logo depois, reatava o namoro. Entre idas e vindas, a moça era espancada durante as discussões.

Quem tiver informações sobre o paradeiro de Gustavo pode entrar em contato com a PCDF pelo número 197. As denúncias são anônimas.

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