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Distrito Federal

PMDF tem novo subcomandante-geral, depois de fogos de artifício no STF

Nome do coronel Claudio Fernando Condi foi publicado no Diário Oficial do DF desta sexta (19/06)

19/06/2020 07:33, atualizado 19/06/2020 15:22
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PMDF/Divulgação
coronel Claudio Fernando Condi é o novo subcomandante-geral da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF)

O coronel Claudio Fernando Condi é o novo subcomandante-geral da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF). O nome dele foi publicado no Diário Oficial do DF desta sexta-feira (19/06). O cargo estava vazio desde que o governador Ibaneis Rocha (MDB) exonerou o coronel Sérgio Luiz Ferreira de Souza, após o caso dos fogos de artifício em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF), na noite do último sábado (13/06).

Naquele dia, manifestantes atiraram os fogos em direção à Corte, com palavras de ordem que xingavam os ministros e pediam a saída deles. O chefe do Executivo local não gostou da ação da PMDF no caso e decidiu tirar Sérgio Luiz do subcomando.

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Bolsonaristas lançaram fogos no STF
Claudio Fernando Condi, novo subcomandante da PMDF
O governador acredita que o comando da PMDF falhou no caso dos fogos de artifício
Decreto publicado pelo governador Ibaneis Rocha suspendeu qualquer manifestação na Esplanada dos Ministérios
A ação dos manifestantes em frente ao STF
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A ação dos manifestantes em frente ao STF

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Bolsonaristas lançaram fogos no STF
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Bolsonaristas lançaram fogos no STF

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Claudio Fernando Condi, novo subcomandante da PMDF
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Claudio Fernando Condi, novo subcomandante da PMDF

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O governador acredita que o comando da PMDF falhou no caso dos fogos de artifício
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O governador acredita que o comando da PMDF falhou no caso dos fogos de artifício

Decreto publicado pelo governador Ibaneis Rocha suspendeu qualquer manifestação na Esplanada dos Ministérios
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Decreto publicado pelo governador Ibaneis Rocha suspendeu qualquer manifestação na Esplanada dos Ministérios

Hugo Barreto/Metrópoles

“Ele foi exonerado porque permitiu que manifestantes soltassem fogos de artifício em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF). A PMDF deve servir, no mínimo, para resguardar os cidadãos e as instituições da capital federal. Se não fez isso, errou grosseiramente”, afirmou Ibaneis à coluna Grande Angular, do Metrópoles.

E explicou que só não exonerou o comandante da corporação, Julian Rocha Pontes, porque ele está infectado com Covid-19 e hospitalizado. “Não teve culpa de nada”, frisou o governador.

Claudio Fernando Condi era chefe do Estado-Maior da PMDF. Nesse cargo, ele era o principal assessor do comandante-geral. A saída dele da função para assumir o subcomando também foi publicado no DODF desta sexta-feira.

Críticas

A exoneração do coronel Sérgio Luiz foi alvo de críticas de diverso setores da Polícia Militar. Por exemplo, da Associação dos Militares Estaduais do Brasil (AmeBrasil).

Em nota, a entidade afirmou que “policiais militares estão subordinados diretamente aos governadores dos estados e do Distrito Federal, nos termos da Constituição Federal”. O texto argumenta que o afastamento do comandante em exercício da PMDF “sugere que o governador desconheça que é o comandante das suas polícias”.

Da mesma forma, a Associação dos Oficiais da Polícia Militar do Distrito Federal (Asof) publicou nota lamentando a exoneração. A entidade classificou como injusta a demissão após manifestantes lançarem fogos de artifício contra o prédio do STF.

Erramos: ao contrário do publicado anteriormente, o coronel Claudio Fernando Condi fez doação de R$ 1,8 mil à campanha do então candidato Rodrigo Rollemberg (PSB), e não a Ibaneis Rocha (MDB), na campanha de 2018 

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