Pedreiro que estuprou e matou jovem com deficiência é condenado no DF

Culpado pelo crime de feminicídio, o pedreiro Antônio da Silva cumprirá a pena em regime fechado por executar PCD após relação sexual

atualizado

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pedreiro Antônio da Silva é condenado pelo assassinato de Viviane
1 de 1 pedreiro Antônio da Silva é condenado pelo assassinato de Viviane - Foto: Reprodução

O Tribunal do Júri condenou, na sexta-feira última (4/7), o pedreiro Antônio da Silva (foto em destaque) a 22 anos e dois meses de reclusão pelo feminicídio de Viviane Silva (foto em destaque), à época com com 19 anos. O caso ocorreu na madrugada de 2 de junho de 2022, no Recanto das Emas.

De acordo com a denúncia, na noite anterior ao crime, ambos saíram no carro do criminoso em direção a um bar da região, onde ingeriram bebidas alcoólicas. Após saírem do local, passaram por um parque de diversões e então o homem a levou até um córrego.

Depois de manter relação sexual com a vítima, o acusado desferiu golpes na cabeça da mesma e a deixou à deriva no córrego. O laudo de exame cadavérico detectou que a morte aconteceu por asfixia por afogamento e traumatismo craniano.

Segundo a sentença, a pena teve aumento previsto no Código Penal por ter sido cometido contra pessoa com deficiência, a vítima se locomovia com muleta. Antônio cumprirá a pena em regime inicial fechado.

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PCDF investiga caso como feminicídio
Jovem foi encontrada morta por populares
Viviane tinha 19 anos
Viviane Silva, 19 anos, ficou desaparecida e foi encontrada morta em um córrego
Pouco antes de morrer, Viviane estava em um bar com o criminoso
Jovem morava em Recanto das Emas
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Jovem morava em Recanto das Emas

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PCDF investiga caso como feminicídio
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PCDF investiga caso como feminicídio

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Jovem foi encontrada morta por populares
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Jovem foi encontrada morta por populares

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Viviane tinha 19 anos
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Viviane tinha 19 anos

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Viviane Silva, 19 anos, ficou desaparecida e foi encontrada morta em um córrego
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Viviane Silva, 19 anos, ficou desaparecida e foi encontrada morta em um córrego

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Pouco antes de morrer, Viviane estava em um bar com o criminoso
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Pouco antes de morrer, Viviane estava em um bar com o criminoso

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A vítima chegou a tirar uma foto com o assassino
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A vítima chegou a tirar uma foto com o assassino

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Segundo a família, Viviane era muito sorridente e tinha bom coração
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Segundo a família, Viviane era muito sorridente e tinha bom coração

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O criminoso se aproveitou da proximidade com a vítima e a matou afogada
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O criminoso se aproveitou da proximidade com a vítima e a matou afogada

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Viviane não teve como se defender após ser atingida com um forte golpe na cabeça
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Viviane não teve como se defender após ser atingida com um forte golpe na cabeça

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Relembre o caso

Familiares e amigos próximos da vítima ficaram quase 24h sem notícias da jovem antes da confirmação do assassinato. Segundo parentes, a última informação que tiveram da jovem era de que ela tinha saído de casa às 21h de 1º de junho de 2022 para um bar na companhia de um colega. Depois, não conseguiram mais contato.

A cunhada da vítima, Vallérya Alves, 22, chegou a publicar nas redes socais que a jovem estava desaparecida. Em postagem, a mulher pediu para que quem tivesse notícias sobre Viviane entrasse em contato.

De acordo com as investigações, câmeras de segurança do estabelecimento flagraram o momento em que Viviane e o assassino chegaram ao bar. As imagens registraram a chegada às 21h39.

Exatamente às 22h33, Viviane, que usava muletas porque tinha dificuldade para andar, postou uma foto em seu status do perfil do WhatsApp ao lado do homem que seria o responsável por sua morte. Sorrindo, Antônio da Silva segurava um copo de cerveja.

Depois, as câmeras do bar registram a saída de ambos, às 23h41.

Segundo a PCDF, duas jovens encontraram o corpo e avisaram o ocorrido a um homem que procurou pela ajuda de um policial militar. A jovem foi enterrada em 4 de junho, no Cemitério Campo da Esperança de Taguatinga.

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