PCDF prende quatro pessoas que aplicavam golpe do falso Pix

Os golpistas se passavam por filhos das vítimas, utilizando fotografias reais obtidas em redes sociais para dar maior credibilidade ao golpe

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PIX – plataforma de pagamentos e transferências instantâneas do BC, A plataforma de pagamentos e transferências é uma inovação que vai trazer custos menores para usuários e para o sistema financeiro. fotos para Banco de imagens professor Fotos Hugo Barreto/Metrópoles
1 de 1 PIX – plataforma de pagamentos e transferências instantâneas do BC, A plataforma de pagamentos e transferências é uma inovação que vai trazer custos menores para usuários e para o sistema financeiro. fotos para Banco de imagens professor Fotos Hugo Barreto/Metrópoles - Foto: Hugo Barreto/Metrópoles

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), por meio da Divisão de Defraudações e Falsificações, da Coordenação de Repressão aos Crimes Contra o Consumidor, a Propriedade Imaterial e a Fraudes (Difraudes/Corf), prendeu, nesta terça-feira (24/3), quatro pessoas que formavam uma associação criminosa especializada na prática do chamado “golpe do falso Pix”.

A Operação Impostor contou com o apoio das polícias civis de Goiânia (PCGO) e do Rio de Janeiro (PCRJ).

Foram cumpridos 10 mandados de busca e apreensão contra os quatro investigados que atuavam de forma estruturada na aplicação de fraudes eletrônicas. As diligências ocorreram nas cidades de Aparecida de Goiânia (GO), Goiânia (GO) e Rio de Janeiro (RJ).

As investigações da PCDF apontaram que os autores se passavam por filhos das vítimas, utilizando fotografias reais obtidas em redes sociais para dar maior credibilidade ao golpe. Em seguida, enviavam mensagens solicitando transferências via Pix, sob a alegação de situações emergenciais, induzindo os pais a erro e causando prejuízos financeiros.

Ao conseguirem quebrar o sigilo bancário, os policiais civis verificaram a existência de um número elevado de vítimas em todo o país, muitas das quais não registraram ocorrência policial, o que reforça o cenário de subnotificação.

Durante a operação, foram apreendidos aparelhos celulares, computadores e documentos relacionados às fraudes. A ação teve como finalidade interromper a atuação da associação criminosa, aprofundar a coleta de elementos probatórios e identificar outros possíveis envolvidos no esquema.

A Polícia Civil do DF segue investigando o caso.

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