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Distrito Federal

PCDF prende grupo que invadia empreendimentos e roubava itens de obras

Dois dos presos nesta 4ª cumpriam pena em regime semiaberto e se aproveitavam de saídas temporárias nos fins de semana para cometer delitos

Rebeca Kemilly05/06/2024 15:41, atualizado 05/06/2024 15:42
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PCDF/Divulgação
PCDF prende grupo que invadia empreendimentos e roubava itens de obras

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) cumpriu quatro mandados de prisão temporária e seis mandados de busca e apreensão, nessa terça-feira (4/6), contra um grupo especializado em cometer roubos em empreendimentos imobiliários.

As autorizações para cumprimento dos mandados partiram da 4ª Vara Criminal de Brasília e foram cumpridos durante a Operação Wireless 2, deflagrada pela 2ª Delegacia de Polícia (Asa Norte).

Além de cometerem os roubos desde 2022, a quadrilha costumava sequestrar as vítimas durante os assaltos. Só neste ano, os criminosos cometeram ao menos sete roubos, em empreendimentos no Noroeste, na Asa Norte, em Taguatinga, em Águas Claras e no Gama. As empresas assaltadas em 2024 calcularam um prejuízo de R$ 341 mil.

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Quadrilha cometia roubos em obras desde 2022
Empresas calcularam prejuízo de R$ 34 mil em 2024
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Empresas calcularam prejuízo de R$ 34 mil em 2024

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Quadrilha cometia roubos em obras desde 2022
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Quadrilha cometia roubos em obras desde 2022

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O grupo agia da seguinte forma: dois criminosos entravam em obras e rendiam o vigilante, com uso de arma de fogo e violência física; em seguida, amarravam a vítima com arame, enquanto os demais criminosos arrombavam os almoxarifados e roubavam fios elétricos, equipamentos, ferramentas e outros objetos.

Dois dos presos cumpriam pena em regime semiaberto, no Centro de Progressão Penitenciária (CPP), e se aproveitavam de saídas temporárias nos fins de semana para cometer os delitos. Os integrantes do grupo tinham antecedentes criminais por homicídio, roubo, furto e tráfico de drogas.

Na casa de um deles, em Samambaia, a polícia apreendeu uma carteira de identidade falsa, e o dono do imóvel foi autuado em flagrante por falsificação de documento, cuja pena em caso de condenação varia de dois a seis anos de reclusão.

Os presos foram levados para a carceragem da PCDF e, caso condenados, podem receber penas de quatro a seis anos de prisão por associação criminosa armada e de seis a 16 anos para cada roubo cometido.

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