PCDF identifica segundo assaltante que invadiu casa de delegado no Lago Sul

José Ailton estava em prisão domiciliar desde novembro do ano passado, mas a restrição não o impediu de praticar uma série de roubos

atualizado 11/05/2020 21:27

homem velhoReprodução

O assaltante José Ailton de Assis Pessoa (foto em destaque), 56 anos, é o segundo suspeito de ter invadido o almoço de Dia das Mães de uma família na tarde do último domingo (10/05), na QI 17 do Lago Sul. No local, um delegado da PCDF reagiu ao assalto e atirou em um dos invasores, Gabriel Rodrigues da Silva, 20 anos, que estava em liberdade provisória desde 2019 e já tinha passagens por roubo e tráfico.

José Ailton estava em prisão domiciliar desde novembro do ano passado, mas a restrição não o impediu de praticar diversos roubos. Ele e o comparsa que morreu na invasão seriam integrantes de uma quadrilha especializada em roubos a residências, com foco de atuação justamente na região do Lago Sul.

Policiais civis do DF estão percorrendo os últimos passos do criminoso para tentar localizá-lo. Ele teria comparsas que vivem em quadras isoladas no Paranoá e em cidades no Entorno do DF.

O delegado Welington Barros, responsável pelo caso, informou que diligências ainda permanecem sendo feitas a fim de localizar o assaltante. “Depois de identificá-lo, estamos buscando prendê-lo, além de apurar outras circunstâncias que ainda não podemos adiantar. Também terminamos de colher o depoimento das outras duas vítimas, a esposa e a mãe do delegado”, disse.

Invasão

No dia do crime, Barros afirmou que a dupla invadiu a casa por volta de meio-dia. Na residência, estavam o delegado, atualmente lotado na 4ª DP (Guará), com o pai dele, que é delegado aposentado, conversando na cozinha, enquanto na sala estavam a mãe e a esposa. “Eles ouviram um grito meio abafado da mãe e logo apareceu o outro indivíduo na cozinha”, relata.

Houve um momento de tensão na cozinha, com o ladrão querendo revistar os dois homens. Em um movimento rápido, o delegado de polícia conseguiu empurrar a mão do invasor e efetuou cerca de três disparos. “Ele se utilizou dos meios necessários e do treinamento que é dado aos policiais”, comenta Barros.

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