Obra de R$ 5 mi prevê paisagismo e fonte luminosa na Praça do Relógio

Reforma na Praça do Relógio está prevista para começar no primeiro trimestre de 2024. Projeto inclui recuperação de espelhos d’água e fonte

atualizado

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Imagem: Arte Seduh
Ilustração de projeto de revitalização da Praça do Relógio, em Taguatinga- metrópoles
1 de 1 Ilustração de projeto de revitalização da Praça do Relógio, em Taguatinga- metrópoles - Foto: Imagem: Arte Seduh

Conhecida como o ponto histórico mais famoso de Taguatinga, a Praça do Relógio passará por reforma, com previsão de início das obras no primeiro trimestre de 2024. A intervenção custará cerca de R$ 5,5 milhões aos cofres públicos, segundo a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh).

Na primeira etapa, que custará R$ 4,7 milhões, o projeto de recuperação (foto em destaque) prevê melhorias na acessibilidade, mais iluminação, desenvolvimento de paisagismo, além da instalação de bancos e lixeiras. Na segunda, orçada em R$ 832 mil, está prevista a recuperação de espelhos d’água e da fonte luminosa da praça.

O valor das obras será descentralizado e direcionado ao orçamento da Secretaria de Obras e Infraestrutura do Distrito Federal (SODF) ainda em 2023.

Inicialmente, serão repassados R$ 170 mil do Fundo de Desenvolvimento Urbano do Distrito Federal (Fundurb) à pasta, para a reforma. A licitação para contratação da empresa responsável pelas obras está em andamento.

A portaria que detalha o andamento do processo consta na edição de sexta-feira (8/12) do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF).

Presente internacional

Em 1970, Eiichi Yamada, então presidente da fabricante de relógios Citizen Watch, visitou o Distrito Federal. Encantado com os traços modernos de Brasília, o japonês prometeu uma criação exclusiva da empresa dele para a então nova capital do Brasil.

O presente — um relógio de quatro lados envolvido por estrutura de concreto quadrada e 15 metros de altura — não pôde ficar no Plano Piloto, pois feria o plano urbanístico de Brasília.

O monumento, então, acabou transferido para instalação na Praça Central de Taguatinga, que recebeu o nome atual em virtude do presente. Em 18 de setembro de 1989, a obra foi tombada como patrimônio cultural e artístico do Distrito Federal.

Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh)

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