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Distrito Federal

O que diz resort de luxo sobre agressão denunciada por moradora do DF

Mulher acusa funcionária do estabelecimento, localizado em Alagoas, de agredir criança. Ela alega ainda ter sido expulsa após expor o caso

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O que diz resort de luxo sobre agressão denunciada por moradora do DF

Após uma moradora do Distrito Federal denunciar que foi expulsa e teve o filho de 6 anos agredido em um resort de luxo em Japaratinga (AL), o estabelecimento se pronunciou a respeito. O caso aconteceu nessa quinta-feira (11/6).

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Mulher usou as redes para relatar o caso
Estabelecimento em questão é o Japaratinga Resort Hotel, em Alagoas
Moradora do DF, a terapeuta capilar Eloísa Roque diz que filho foi agredido em resort de luxo
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Moradora do DF, a terapeuta capilar Eloísa Roque diz que filho foi agredido em resort de luxo

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Mulher usou as redes para relatar o caso
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Estabelecimento em questão é o Japaratinga Resort Hotel, em Alagoas
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Estabelecimento em questão é o Japaratinga Resort Hotel, em Alagoas

Divulgação

A Amarante, administradora do Japaratinga Lounge Resort, alega ter analisado imagens de câmeras de segurança e constatado que não há “qualquer evidência de agressão por parte de colaboradoras ou terceiros”. A moradora do DF, a terapeuta capilar Eloísa Roque (foto em destaque), acusa uma monitora da brinquedoteca de agredir o filho dela, de 6 anos.

A administradora também nega a suposta expulsão — Eloísa diz ter sido obrigada a deixar o hotel com a família mesmo ainda tendo diárias pagas. “A hospedagem da família no Japaratinga Lounge Resort foi cumprida regularmente”, pontua o estabelecimento.

Por fim, a empresa confessa que acionou equipe de segurança interna e autoridade policial após “episódios de tumulto, ameaças e agressões verbais direcionadas a colaboradores do resort” durante conversa com Eloísa.


Entenda o caso

  • A terapeuta capilar Eloísa Roque usou as redes sociais, nessa quinta-feira (11/6), para contar que o filho teria sido agredido por uma monitora na brinquedoteca do Japaratinga Resort.
  • Eloísa diz ter visto o momento em que uma funcionária atingiu a cabeça do filho dela. “Eu vi. Eu estava lá. Ninguém me contou”, assegura.
  • A moradora do DF alega ainda que, de início, o resort se recusou a ceder gravações de câmeras de segurança, e que só conseguiu assistir às imagens depois de muita insistência.
  • Eloísa pediu uma cópia das imagens, o que lhe foi negado.
  • A mulher aponta também que teria sido obrigada a deixar o quarto que estava hospedada junto com o companheiro e os dois filhos após a repercussão do caso nas redes sociais. “Eu paguei R$ 20 mil para passar por essa humilhação”, lamentou.

Veja trecho do relato de Eloísa nas redes sociais:

A mulher registrou boletim de ocorrência junto à Polícia Civil de Alagoas (PCAL) e afirmou nas redes sociais que pretende recorrer à Justiça. “Já estamos entrando com ação judicial. Quando eu tiver acesso às imagens, vou mostrar quem está falando a verdade”, disse.

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