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“Vou dar um tiro de 38”: homem que perseguia jovem há 4 anos é preso
Segundo a PCGO, suspeito perseguiu mulher e familiares por cerca de quatro anos, com mensagens, presentes e ameaças
atualizado
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Um homem foi preso preventivamente após ser investigado pela prática dos crimes de perseguição e violência psicológica contra uma jovem e diversos integrantes de seu núcleo familiar nessa segunda-feira (1º/6), no município de Barra do Garças (MT).
Veja:
A ação faz parte da Operação Conduta Obsessiva, deflagrada pela Polícia Civil de Goiás (PCGO). O suspeito foi localizado e preso com apoio da Polícia Civil de Mato Grosso.
Segundo as investigações, os fatos tiveram início em 2021, quando a vítima ainda era adolescente. Desde então, o homem teria adotado um comportamento persistente e invasivo, enviando presentes sem autorização, mensagens frequentes, declarações amorosas que não eram correspondidas e tentativas constantes de aproximação.
Em mensagens obtidas pela investigação (leia acima), o suspeito insiste em manter um relacionamento com a jovem e afirma que, caso ela aceitasse se envolver com ele, compraria um apartamento ao lado do seu para que os dois morassem próximos.
Em outro comentário publicado nas redes sociais, o homem diz ser apaixonado pela vítima há muito tempo e afirma que, se um dia fosse vereador em São Luís, iria atrás dela.
As manifestações também teriam evoluído para ameaças. Em uma publicação, o investigado promete “dar um tiro de 38 na cabeça” de uma pessoa que comentou uma foto da jovem.
De acordo com a polícia, com o passar do tempo, o investigado passou a procurar informações sobre familiares da jovem, como números de telefone e perfis em redes sociais. A partir disso, também começou a enviar mensagens, áudios, fotografias e presentes para essas pessoas.
As investigações apontam que o comportamento se repetiu por cerca de quatro anos. As vítimas relataram sentir medo, insegurança e terem a privacidade invadida diante da insistência do suspeito.
O investigado já responde a processo criminal pela prática do crime de tentativa de homicídio.
Além da prisão preventiva, a corporação cumpriu medidas judiciais para reunir mais provas e aprofundar as investigações.













