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Vídeo: mulher diz que Ricardo Molina não começou incêndio nem a bateu

Em um vídeo, a namorada do perito Ricardo Molina diz que não houve agressão física durante uma discussão entre o casal

atualizado

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Divulgação/site Ricardo Molina
O perito Ricardo Molina - Metrópoles
1 de 1 O perito Ricardo Molina - Metrópoles - Foto: Divulgação/site Ricardo Molina

O perito Ricardo Molina (foto em destaque), de 73 anos, negou que tenha agredido sua namorada durante uma confusão na noite do último sábado (8/3) em Campinas (SP).

Em uma live nas redes sociais do ex-professor universitário, a companheira dele, identificada como Daniele Sousa, também afirmou não ter havido agressão física e acrescentou que o incêndio na residência ocorreu de forma acidental.

“Houve um princípio de incêndio, a gente começou a ficar desesperado, porque as portas estavam trancadas, e a gente não encontrava as chaves. Houve uma discussão, os ânimos se exaltaram, teve um pedido de socorro. Eu consegui encontrar uma janela, pulei e saí. Quando eu cheguei lá fora, encontrei com os policiais”, comentou a mulher no vídeo.

“Dei autorização para eles entrarem e arrombarem a porta porque ele [Ricardo Molina] estava lá dentro. As chamas estavam tomando conta da casa. Foi tudo muito rápido. Não houve agressão física. Está tudo bem. A gente está bem, graças a Deus. É isso. Não houve agressão”, completou.

Assista:

Versões diferentes

A versão apresentada por policiais no boletim de ocorrência, no entanto, é bem diferente. Segundo o relato de um dos envolvidos, foi o próprio Ricardo Molina quem iniciou o incêndio, jogando papéis e roupas em uma fogueira que ele mesmo provocou.

O perito estava sem camisa e com um canivete quando foi contido pelos policiais militares. Inicialmente, ele se escondeu, mas foi encontrado e detido pelos PMs.

A equipe foi chamada após denúncias de uma suposta briga entre os dois. Ao chegar ao local, testemunhas informaram que Molina foi visto com uma faca.

De acordo com o registro da ocorrência, os agentes conseguiram entrar na casa, mas não tinham acesso ao casal. A mulher de Molina foi avistada em uma sacada do pavimento superior. Ela conseguiu descer para o andar térreo e foi auxiliada a sair do local por uma janela.

Molina estava com um canivete e tinha ferimentos leves no pé por ter andado sobre cacos de objetos quebrados. Ele foi levado para atendimento médico e, posteriormente, à Delegacia de Defesa da Mulher de Campinas para ser ouvido.

A mulher dele ficou muito nervosa e também foi levada ao hospital para realizar exames. De acordo com o boletim de ocorrência, ela não tinha lesões aparentes.

O caso foi registrado como violência doméstica. O casal apresentou versões antagônicas à polícia. Os dois foram liberados após os depoimentos.

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