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Na Mira

Veja quem é o homem que executou colega a tiros no meio da rua no DF

Com Emerson, os policiais militares apreenderam a arma do crime: um revólver calibre .38 contendo cinco munições deflagradas e uma intacta

21/08/2025 12:54, atualizado 21/08/2025 15:55
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Reprodução / @samambaiamilgraus
Veja quem é o homem que executou colega a tiros em rua no DF

O homem de 41 anos que foi preso suspeito de executar um “colega” é Emerson Costa Miranda (foto em destaque). Ele é dono de uma distribuidora de bebidas, em Samambaia, na mesma região administrativa onde o homicídio aconteceu.

Ele foi detido horas depois na BR-040, na altura do km 2, pelas equipes do MT 46 e do Patamo/BPChoque, após informações repassadas pelo GTOP 31.

Com Emerson, os policiais militares apreenderam a arma do crime: um revólver calibre .38 contendo cinco munições deflagradas e uma intacta.


Mais detalhes:

  • O crime foi cometido na noite dessa quarta-feira (20/8), na QR 403, em Samambaia Norte.
  • A vítima foi identificada como Paulo Roberto Alves de Santana, de 38 anos (foto abaixo).
  • Segundo informações preliminares, Paulo Roberto teria se envolvido em uma briga ao tentar defender outra pessoa. No entanto, essa versão ainda não foi confirmada pelas autoridades.

Veja imagens: 

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Paulo Roberto Alves de Santana, de 38 anos
Segundo informações preliminares, Paulo Roberto teria se envolvido em uma briga ao tentar defender outra pessoa
Suspeito de homicídio é preso com arma do crime
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Suspeito de homicídio é preso com arma do crime

Divulgação / PMDF
Paulo Roberto Alves de Santana, de 38 anos
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Paulo Roberto Alves de Santana, de 38 anos

Reprodução / @samambaiamilgraus
Segundo informações preliminares, Paulo Roberto teria se envolvido em uma briga ao tentar defender outra pessoa
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Segundo informações preliminares, Paulo Roberto teria se envolvido em uma briga ao tentar defender outra pessoa

Reprodução / @samambaiamilgraus

O suspeito foi levado à 26ª Delegacia de Polícia (Samambaia Norte), onde foi apresentado junto com a arma e as munições.

O que diz a defesa de Emerson Miranda

A defesa de Emerson Costa Miranda alegou que o cliente agiu em legítima defesa, já que estaria sendo ameaçado de morte. “A ação de Emerson foi a reação desesperada de um cidadão acuado. Conforme apurado no próprio inquérito policial, Emerson vinha sendo vítima de ameaças e perseguições constantes por parte de Paulo. O relatório da autoridade policial é claro ao registrar que a motivação do ato foi o “temor de EMERSON perante as ameaças e perseguições realizadas por PAULO”. Não se trata, portanto, da ação de um criminoso, mas do colapso de um homem que temia por sua vida e pela segurança de sua família”.

A nota, assinada pelos advogados Ariane Rodrigues Silva e Bruno Morato ainda ressalta que Emerson não tinha nenhum antecedente criminal antes de matar Paulo a tiros. “É um cidadão trabalhador, pai de uma filha menor de 12 anos, sem histórico de crimes violentos. Sua conduta sempre foi pautada pela legalidade, tanto que a arma de fogo envolvida no episódio era de sua propriedade e possuía registro federal válido, o que o distancia por completo da figura do marginal. A defesa já protocolou o pedido de liberdade provisória e confia plenamente no Poder Judiciário”.