Veja quem é o homem que executou colega a tiros no meio da rua no DF
Com Emerson, os policiais militares apreenderam a arma do crime: um revólver calibre .38 contendo cinco munições deflagradas e uma intacta

O homem de 41 anos que foi preso suspeito de executar um “colega” é Emerson Costa Miranda (foto em destaque). Ele é dono de uma distribuidora de bebidas, em Samambaia, na mesma região administrativa onde o homicídio aconteceu.
Ele foi detido horas depois na BR-040, na altura do km 2, pelas equipes do MT 46 e do Patamo/BPChoque, após informações repassadas pelo GTOP 31.
Com Emerson, os policiais militares apreenderam a arma do crime: um revólver calibre .38 contendo cinco munições deflagradas e uma intacta.
Mais detalhes:
- O crime foi cometido na noite dessa quarta-feira (20/8), na QR 403, em Samambaia Norte.
- A vítima foi identificada como Paulo Roberto Alves de Santana, de 38 anos (foto abaixo).
- Segundo informações preliminares, Paulo Roberto teria se envolvido em uma briga ao tentar defender outra pessoa. No entanto, essa versão ainda não foi confirmada pelas autoridades.
Veja imagens:
O suspeito foi levado à 26ª Delegacia de Polícia (Samambaia Norte), onde foi apresentado junto com a arma e as munições.
O que diz a defesa de Emerson Miranda
A defesa de Emerson Costa Miranda alegou que o cliente agiu em legítima defesa, já que estaria sendo ameaçado de morte. “A ação de Emerson foi a reação desesperada de um cidadão acuado. Conforme apurado no próprio inquérito policial, Emerson vinha sendo vítima de ameaças e perseguições constantes por parte de Paulo. O relatório da autoridade policial é claro ao registrar que a motivação do ato foi o “temor de EMERSON perante as ameaças e perseguições realizadas por PAULO”. Não se trata, portanto, da ação de um criminoso, mas do colapso de um homem que temia por sua vida e pela segurança de sua família”.
A nota, assinada pelos advogados Ariane Rodrigues Silva e Bruno Morato ainda ressalta que Emerson não tinha nenhum antecedente criminal antes de matar Paulo a tiros. “É um cidadão trabalhador, pai de uma filha menor de 12 anos, sem histórico de crimes violentos. Sua conduta sempre foi pautada pela legalidade, tanto que a arma de fogo envolvida no episódio era de sua propriedade e possuía registro federal válido, o que o distancia por completo da figura do marginal. A defesa já protocolou o pedido de liberdade provisória e confia plenamente no Poder Judiciário”.









