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Na Mira

"Tias do lanche" são presas com filés de tilápia roubados de escola pública no DF

Merendeiras foram presas em flagrante com tilápia, cebola, leite em pó e batata na saída da escola. 'Tias do lanche' podem pegar até 15 anos

17/04/2023 19:15, atualizado 17/04/2023 20:50
Imagens cedidas ao Metrópoles
“Tias do lanche” são presas com filés de tilápia roubados de escola pública no DF

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) prendeu quatro merendeiras nesta segunda-feira (17/4). Segundo a investigação, elas furtavam parte dos produtos da refeição das crianças no Centro de Ensino Fundamental 103, de Santa Maria.

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Quatro mulheres foram presas em flagrante na saída da escola com os produtos dentro da bolsa
Com as "tias do lanche", foram encontrados 10 quilos de filé de tilápia, batatas, cebolas e leite em pó
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Com as "tias do lanche", foram encontrados 10 quilos de filé de tilápia, batatas, cebolas e leite em pó

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Quatro mulheres foram presas em flagrante na saída da escola com os produtos dentro da bolsa
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Quatro mulheres foram presas em flagrante na saída da escola com os produtos dentro da bolsa

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Com as “tias do lanche” foram encontrados 10 quilos de filé de tilápia, batatas, cebolas e leite em pó. Uma das presas confessou o furto. Segundo as informações da polícia, ela estaria desviando a merenda escolar havia mais de dois anos. A suspeita confessou, ainda, pegar materiais de limpeza da despensa do colégio.

Outra detida trabalha na instituição de ensino há pelo menos 10 anos. As quatro mulheres foram presas em flagrante na saída da escola com os produtos dentro da bolsa. A Polícia Civil começou a investigação após uma denúncia anônima.

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Segundo a denúncia, as merendeiras estariam vendendo os alimentos para comércios locais. Em depoimento, contudo, informaram que era para consumo próprio. Neste momento, as quatro estão sendo ouvidas na 33ª Delegacia de Polícia (Santa Maria), que é responsável pelo caso.

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Elas estão sendo investigadas por peculato e associação criminosa, que pode resultar em pena de até 15 anos em regime fechado.

A Secretaria de Educação informou, em nota, que a contratação das merendeiras é de responsabilidade de empresa terceirizada. Segundo a Pasta, já foi providenciada a substituição das quatro funcionárias presas.