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Na Mira

Servidor do STM que matou ciclista estava a mais de 100km/h, diz laudo

O autor estava saindo de um bar, na Asa Sul, quando atingiu as vítimas na noite de 10 de outubro de 2020

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Reprodução
ciclista é atropelado na Asa Norte

Laudo do Instituto de Criminalística (IC) da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) aponta que o servidor do Superior Tribunal Militar (STM) estava a mais de 100 km/h, em uma via com limite de 50 km/h, quando atropelou dois ciclistas na 703 Norte. O autor estava saindo de um bar, na Asa Sul, quando atingiu as vítimas na noite de 10 de outubro de 2020.

A coluna revelou, nesta terça-feira (15/3), que o motorista foi indiciado por homicídio doloso, embriaguez ao volante e omissão de socorro. Antes do acidente, o servidor chegou a comprar diversas bebidas com o cartão de crédito a escondeu o carro logo após o crime.

As investigações foram conduzidas pela 2ª Delegacia de Polícia (Asa Norte). Ricardo Campelo Aragão, 58 anos, não resistiu aos ferimentos e morreu. Outra vítima, um mulher de 55, que pedalava com Ricardo no momento do acidente, sofreu escoriações e sobreviveu.

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Bombeiros socorreram ciclistas atropelados na Asa Norte
Os dois ciclistas foram atingidos na frente de uma igreja, em Brasília
Ricardo não resistiu aos ferimentos e morreu
Ricardo Aragão tinha 58 anos
Acidente ocorreu em 2020
Dois ciclistas foram atropelados e um morreu na 704 Norte
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Dois ciclistas foram atropelados e um morreu na 704 Norte

Divulgação/CBMDF
Bombeiros socorreram ciclistas atropelados na Asa Norte
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Bombeiros socorreram ciclistas atropelados na Asa Norte

Divulgação/CBMDF
Os dois ciclistas foram atingidos na frente de uma igreja, em Brasília
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Os dois ciclistas foram atingidos na frente de uma igreja, em Brasília

Divulgação/CBMDF
Ricardo não resistiu aos ferimentos e morreu
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Ricardo não resistiu aos ferimentos e morreu

Divulgação/CBMDF
Ricardo Aragão tinha 58 anos
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Ricardo Aragão tinha 58 anos

Arquivo pessoal
Acidente ocorreu em 2020
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Acidente ocorreu em 2020

Arquivo pessoal

À época, testemunhas relataram à família das vítimas que o atropelador estava em um carro claro e em alta velocidade.

O coordenador-geral da ONG Rodas da Paz, Raphael Barros Dorneles, informou que conhece a família da vítima que sobreviveu ao acidente. “A informação que temos é que os ciclistas foram atropelados por um carro que estava trafegando a aproximadamente 100 km/h quando atingiu as bicicletas. Consideramos um absurdo uma velocidade dessas em uma via com limite de 50 km/h”, afirmou.