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Seape se manifesta após morte de bombeiro na Papuda antes de audiência
Durval Cardoso Brandão morreu, nesse sábado (9/5), na Papuda antes da audiência de custódia. PCDF investiga o caso
atualizado
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A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Distrito Federal (Seape-DF) disse, em nota que, momentos antes de morrer no Complexo Penitenciário da Papuda, o segundo-sargento do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) Durval Cardoso Brandão (imagem em destaque), alegou aos plantonistas da penitenciária que estava passando mal e com hiperventilação. O militar morreu antes de audiência de custódia, que ocorreria nesse sábado (9/5).
“Imediatamente, os policiais penais do plantão da unidade fizeram contato com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) enquanto retiravam o custodiado da cela para um local com maior capacidade de socorro à vítima. A guarnição do SAMU deu entrada na unidade às 12h06 e já constatou o óbito do custodiado”, explicou a pasta.
O caso está sendo investigado pela 30ª Delegacia de Polícia (São Sebastião).
De acordo com o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), o investigado morreu nas dependências do Centro de Internamento e Reeducação (CIR), pouco antes de ser apresentado para a audiência de custódia. O processo foi encaminhado para a 1ª Vara Criminal do Gama, para providências.
Em nota, a secretaria explicou ainda que o CIR da Papuda está responsável por receber militares custodiados provisoriamente em razão de uma reforma que está ocorrendo na estrutura do 19° Batalhão – a Papudinha.
A prisão do militar
Durval foi preso pela Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) suspeito de importunação sexual. O homem teria tentado abusar de uma mulher que estava com a filha de 6 anos, em Samambaia (DF).
O CBMDF informou, por meio de nota, que tomou conhecimento de que o militar havia sido conduzido à autoridade policial na última sexta-feira (8/5), para apuração de suposta prática do crime de importunação sexual.
O militar permaneceu sob custódia estatal e à disposição das autoridades competentes para a adoção das medidas legais cabíveis.
As circunstâncias da morte estão sendo formalmente apuradas pelas autoridades competentes, nos termos da legislação vigente
