Na Mira

Bombeiro que morreu na Papuda foi preso suspeito de agarrar mulher

Homem foi preso pela Polícia Militar do DF, em Samambaia, após tentar agarrar à força uma mulher que estava acompanhada da filha de 6 anos

atualizado

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1 de 1 bombeiro - Foto: Reprodução / Redes sociais

Segundo-sargento do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), Durval Cardoso Brandão (foto em destaque), de 65 anos, morreu na Papuda antes da audiência de custódia, neste sábado (9/5). Ele foi preso pela Polícia Militar por importunação sexual.

O CBMDF informou, por meio de nota, que tomou conhecimento de que o militar havia sido conduzido à autoridade policial na última sexta-feira (8/5), para apuração de suposta prática do crime de importunação sexual.

O caso foi encaminhado à Polícia Civil do Distrito Federal, responsável pela investigação criminal. O militar permaneceu sob custódia estatal e à disposição das autoridades competentes para a adoção das medidas legais cabíveis.

As circunstâncias da morte estão sendo formalmente apuradas pelas autoridades competentes, nos termos da legislação vigente. A coluna Na Mira tenta localizar a defesa e os familiares de Durval Cardoso. O espaço segue aberto para manifestações.

Durval Cardoso Brandão
Durval Cardoso Brandão

Teria tentado agarrar uma mulher

A Polícia Militar (PMDF) foi acionada, via Copom, na última sexta-feira (8/5). No local, testemunhas relataram que o bombeiro teria tentado agarrar à força uma mulher que estava com a filha, uma menina de 6 anos.

O fato teria acontecido quando a denunciante saiu de casa e pediu um carro de aplicativo. Ela ligou para o marido e contou o que havia acontecido. Quando o homem chegou, ele foi conversar com Durval. Houve uma briga entre os dois.

A guarnição constatou que Durval Cardoso Brandão apresentava sinais de embriaguez e encontrava-se desacordado no momento da chegada da equipe policial. Posteriormente, ao recobrar a consciência, ele negou os fatos relatados. O flagrante foi feito pela 26ª Delegacia de Polícia (Samambaia Norte).

Morreu antes da audiência de custódia

De acordo com o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), o investigado morreu nas dependências do Centro de Internamento e Reeducação (CIR), pouco antes de ser apresentado para a audiência de custódia. O processo foi encaminhado para a 1ª Vara Criminal do Gama, para providências.

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