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Na Mira

Saiba quem era a biomédica morta por ex com canivete dentro de clínica

Vítima de feminicídio foi assassinada pelo ex-companheiro Renê Teixeira no trabalho, enquanto atendia a uma cliente. Criminoso está preso

11/03/2025 10:24, atualizado 11/03/2025 10:30
Biomédica é morta com canivete por ex que não aceitava fim da relação
Biomédica é morta com canivete por ex que não aceitava fim da relação

A biomédica assassinada com golpes de canivete pelo ex-companheiro é Miqueias Nunes de Oliveira, 33 anos (foto em destaque). Mais conhecida como Kéia Oliveira, ela atendia a clientes no bairro Várzea, em Ibirité (MG).

Morta nessa segunda-feira (10/3), a biomédica costumava usar as mídias sociais para divulgar o trabalho e compartilhar com os seguidores mensagens sobre cuidados diários.

O corpo de dela será levado para Simonésia (MG) e enterrado nesta terça-feira (11/3).

Veja fotos da biomédica:

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Vítima foi atacada enquanto atendia a cliente, na clínica onde trabalhava
Miquéias Nunes de Oliveira tinha 33 anos
Corpo da biomédica será enterreado nesta terça-feira (11/3)
Biomédica foi assassinada pelo ex-companheiro com golpes de canivete
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Biomédica foi assassinada pelo ex-companheiro com golpes de canivete

Vítima foi atacada enquanto atendia a cliente, na clínica onde trabalhava
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Vítima foi atacada enquanto atendia a cliente, na clínica onde trabalhava

Miquéias Nunes de Oliveira tinha 33 anos
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Miquéias Nunes de Oliveira tinha 33 anos

Biomédica é morta com canivete por ex que não aceitava fim da relação
Corpo da biomédica será enterreado nesta terça-feira (11/3)
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Corpo da biomédica será enterreado nesta terça-feira (11/3)

A vítima de feminicídio foi assassinada enquanto atendia a uma cliente. O criminoso, identificado como Renê Teixeira, 43, era ex dela e foi à clínica de Miqueias sob a alegação de que pretendia conversar com ela e reatar o relacionamento.

Então, os dois discutiram e, pouco depois, ele a atacou. Testemunhas relataram que o feminicida não aceitava o fim do relacionamento.

Depois do crime, ele tentou se matar, mas foi socorrido, levado para o hospital não corre risco de morrer. A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) o prendeu e investiga o caso.