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Quem era o ex-servidor do Detran morto por acerto de contas de facção

O ex-servidor do Detran foi morto por assassinos encapuzados. A vítima teria participado de ataques contra uma liderança da facção rival

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O ex-servidor do Departamento de Trânsito do Acre (Detran-AC) executado a tiros por homens encapuzados foi identificado como Michael John Damascena de Almeida, de 33 anos. Conhecido como “Baiano”, ele foi morto, de acordo com a Polícia Civil, em um acerto de contas envolvendo uma facção criminosa.

A Delegacia-Geral de Assis Brasil concluiu as investigações sobre o caso. Segundo a Polícia Civil, a vítima possuía histórico de ligação com a facção criminosa e teria, no passado, participado de ataques contra uma das lideranças de um grupo rival. Essa agressão prévia teria colocado “Baiano” no alvo dos adversários, que orquestraram a execução.

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Seis investigados foram presos, a PCAC está atrás dos outros envolvidos
Michael John Damascena de Almeida, conhecido como "Baiano", de 33 anos
Vítima foi morta por assassinos encapuzados
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Vítima foi morta por assassinos encapuzados

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Michael John Damascena de Almeida, conhecido como "Baiano", de 33 anos
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Michael John Damascena de Almeida, conhecido como "Baiano", de 33 anos

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Mais detalhes:

  • Segundo a Polícia Civil, o crime ocorreu em outubro de 2025 e foi motivado por disputa entre organizações criminosas rivais.
  • De acordo com o inquérito policial, o homicídio foi planejado e executado como uma forma de “acerto de contas”.
  • As apurações apontam a participação direta de oito pessoas no homicídio.
  • Seis desses alvos já foram localizados e capturados em diferentes regiões do estado: três em Assis Brasil, dois em Rio Branco e um em Epitaciolândia.
  • A polícia continua em diligências para localizar os outros dois suspeitos, que seguem foragidos.

Executado por assassinos encapuzados

Na época do homicídio, testemunhas relataram à Polícia Militar que cinco homens encapuzados invadiram a residência onde a vítima estava, no bairro Bela Vista, e se apresentaram falsamente como policiais antes de efetuarem diversos disparos. Michael morreu ainda no local.

Logo após o crime, a equipe de investigadores iniciou o monitoramento dos suspeitos. O trabalho de inteligência permitiu individualizar a conduta de cada participante, reunindo provas robustas da autoria e da materialidade do delito. Com o conjunto probatório em mãos, a Polícia Civil representou pela prisão preventiva dos envolvidos.

Seis desses alvos já foram localizados e capturados em diferentes regiões do estado: três em Assis Brasil, dois em Rio Branco e um em Epitaciolândia. A polícia continua em diligências para localizar os outros dois suspeitos, que seguem foragidos.

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