Quem é o executor da mulher achada morta, nua e queimada em fogueira no DF
Renato Gonçalves da Silva, 43 anos, é considerado foragido; vítima foi morta com golpes de arma branca e teve o corpo parcialmente queimado

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), por meio da 35ª Delegacia de Polícia (Sobradinho II) pediu a prisão preventiva do principal executor do crime bárbaro que chocou moradores de Sobradinho II.
Vídeo do local:
O suspeito foi identificado como Renato Gonçalves da Silva, de 43 anos, que é oficialmente considerado foragido da Justiça. As forças de segurança intensificaram as buscas em toda a região para localizar e prender o acusado.

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Ver todasA coluna Na Mira teve acesso à imagem do suspeito, que teria executado a vítima de forma bárbara por conta de uma suposta dívida de drogas. A mulher encontrada morta em uma área de mata na AR 18 de Sobradinho II foi identificada como Janaína Rodrigues da Silva, de 45 anos. As investigações estão a cargo da 35ª Delegacia de Polícia (Sobradinho II), que apura o caso sob a principal linha de investigação de feminicídio.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesSinais de tortura
De acordo com informações apuradas pelas autoridades, o crime ocorreu na madrugada da última quinta-feira. A vítima foi arrastada para um local abandonado, onde existe uma estrutura improvisada utilizada como abrigo por uma pessoa em situação de rua.
No local, os criminosos agiram com requintes de crueldade: Janaína foi arrastada para uma fogueira acesa no terreno e teve os pés e diversas partes do corpo queimadas, ficando parcialmente carbonizada.
A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), por meio de uma equipe do 13º Batalhão de Polícia Militar (Sobradinho), foi acionada para atender a ocorrência. Ao chegarem ao local, os policiais encontraram a mulher já sem vida. A vítima estava completamente nua e apresentava visíveis marcas de agressão física provocadas por perfurações de arma branca.
A perícia da PCDF foi realizada no local do crime para recolher vestígios que auxiliem no inquérito policial. A Polícia Civil pede que qualquer informação sobre o paradeiro de Renato Gonçalves da Silva seja repassada de forma anônima ao Disque-Denúncia (181) ou pelo portal da PCDF. O sigilo é garantido.
















